segunda-feira, 27 de abril de 2015

Pobre Dilma. Pobre língua. Pobre país


Pela primeira vez, segundo o G1, Dilma não irá proferir uma vil palavra no Dia do Trabalho. A meu ver - levando em conta os tantos deletérios cometidos pela presidente reeleita - foi uma decisão cínica e covarde. Pois bem, ainda que tal medida impeça a formulação de um novo panelaço, isso só irá contribuir para com o avulto no que tange a rejeição da própria. Prosseguindo, vamos corrigir a citada em questão: "Regulamentar a terceirização não pode significar perda de direitos trabalhistas e nem o não-pagamento de impostos", Dilma Rousseff.

Obs: como se ela, Dilma, não tivesse adotado uma política para o exacerbamento no que prima a perda dos direitos trabalhistas, todavia o meu desejo mesmo é sugerir que a presidente corrija essa citação redigida em seu perfil oficial no Facebook. Dilma, com a reforma, a palavra 'não' usada como prefixo não admite o hífen. É lamentável que uma presidente da República - ainda que não tenha formação alguma - cometa esse tipo de gafe. Pobre Dilma. Pobre português. Pobre país. É isso.

Daniel Muzitano

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