quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cinismo e cegueira

Autor de nosso flagelo, Lula é citado em tudo e por todos, embora ainda haja alguns pascácios a ponto de defendê-lo. Acerca da figura, diria, e até fazendo alusão à ditadura venezuelana, que trata-se do maior bandido e psicopata de nossa história. Problemas afora, o foro de São Paulo merece sempre uma proeminência nefanda, a saber, que dele resultou a maior desgraça econômica vigente hoje no mundo. Entretanto, e como bons filhos estúpidos da MPB, nossos jovens sublevam filhotes - declarados ou não - do dito-cujo.
Assim sendo, atinjo o máximo de minha descrença, haja vista como os novos "estudantes" fogem à realidade. Ora por cinismo, ora por cegueira, estamos por beber do mesmo veneno, uma vez que o Freixo está em alta dentre os novos eleitores. Malgrado o fato de sempre negar seus crimes, Lula amiudadamente ressaltou ser caudatário da Venezuela. Nesse sentido, parece ser mais bem honrado do que o senhor Freixo, por exemplo, que, vale refocilar, outrossim sempre esteve de acordo, ainda que negue, com as políticas do senhor Maduro. Grosso modo, parar de ouvir a MPB e os filhos do movimento é um bom passo, digo aos jovens, para parar de ouvir Lula, tal como seus filhos ideológicos. O homem não é triste porque morre, e sim porque vive, escreveu o gênio Nelson Rodrigues.

Daniel Muzitano

quinta-feira, 30 de março de 2017

O Brasil não deu certo

Neste comenos que o país vive, decerto, é preciso que concluamos o porquê de o Brasil não ter dado certo. De exórdio, a máfia montada pelas famílias Picciani e Cabral jamais sofrerão punições simétricas com relação aos seus atos, haja vista os exemplos dos últimos dias. Portanto, Cabral adquirindo regalias. Sua mulher, prisão domiciliar. Picciani, apenas uma condução coercitiva etc. Ademais, Lula, Dilma, Aécio, Temer e tantos outros seguem em liberdade, ainda que tenham cometido crimes de toda sorte, sobretudo o senhor Lula. Grosso modo, não possuímos uma instituição séria senão tão-somente exíguas pessoas à frente de alguma situação importante.
Assim sendo, e embora não me recorde do autor da frase, concordo que as diretas já foram o maior mal de nossa bandeira. À época, todos esses bandidos foram caudatários, de modo que usaram o povo com a vertente da "democracia"; sistema, logo, inexistente nos dias de hoje, dado que você, quase sempre, não é avaliado por seu mérito, e sim por contatos, ideologias etc. E mais, o povo é a favor da posse de armas, tal como da redução da maioridade penal. E aí? Não há democracia. Definitivamente não estávamos preparados para a liberdade da democracia, pois confundimos até hoje o termo com orgias, respeito a bandidos, estupidez cultural, e, em especial, falta de responsabilidade.
No mesmo instante que faço o alerta cá exposto, pasmem, a saber estou que uma juventude faz filas para assistir ao Justin Bieber. Dado o exposto, um sujeito que é fã de uma bosta dessa é incapaz de abrir uma porta sozinho. Em suma, havia no regime militar uma elevação nesse sentido, apesar de os milicos terem uma certa culpa, posto que deixaram à deriva, e isto no fim do período, as faculdades, as redações, a cultura e os colégios, uma vez que ficaram nas mãos da esquerda. Tendo em vista todo esse sistema nauseabundo, não existe a menor possibilidade de crescermos. Em nem uma democracia louvável sequer, pois bem, haveria um Lula solto. A liberdade democrática é ampla. Entretanto, consigo formula certos limites. Por fim, Justin Bieber, Tico Bosta Cruz, o pessoal do sertanojo universo otário, do funk e do pagode, mesmo na "ditadura militar", jamais sofreriam censura. Afinal, tortura era algo permitido. O Brasil é um país de merda.

Daniel Muzitano

domingo, 26 de março de 2017

Etimologia e um recado aos que irão às ruas

O Victor Hugo, célebre dramaturgo francês, dizia que as palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade. À parte, há um gesto isolado chamado de etimologia. Dito isso, vamos às definições de economia e elenco. Segundo o professor Sérgio Nogueira, eco vem do grego oikos que, vale citar, significa casa. Já o sufixo nomia-, do grego nomos, "lei" e/ou "administração". Em síntese, economia era outrora "administrar a casa".
Ademais, e de acordo com Antenor Nascentes, elenco também viera do grego, de élenchos, sendo mais bem específico. Elenco era o índice do livro que, claro, reunia componentes da obra. Para fechar, àqueles que vão às ruas do Rio: fui em 2015 e em 2016, mas o Rio, até então "contrário" ao comunismo e ao PT, pois bem, me proporcionou um segundo turno entre o Crivella (ex-ministro do PT) e o Freixo (filho do PT).
Dado o exposto, só quero dizer que eu não sou otário. De nada adianta manifestar aos tantos, e, um ano depois, fazer merda na hora de votar. Minha manifestação hoje é estudar etimologia. Registro o meu respeito aos eleitores de outros centros que, além de irem às ruas hoje, destruíram o PT e seus primos ano passado. Caso eu tivesse em uma cidade decente, decerto, sairia de casa com orgulho. Entretanto, não é o caso do Rio. E mais, em 2013 protestávamos contra o PT. Em 2014, Dilma venceu com uma diferença significativa no mesmo Rio. Cansei!

Daniel Muzitano

sábado, 11 de março de 2017

Crítica ao feminismo da Skol

Sob vários pontos de vista, o comenos cultural parece ser cada vez mais insanável. Destarte, me refiro à campanha da Skol, dizem que é uma cerveja, cujo intuito é esquecer de seu passado, a fim de enaltecer o feminismo. Para tanto, não haverá mais aquelas belíssimas mulheres servindo cerveja em seus respectivos comerciais. Dito isso, definitivamente a empresa entrou numa atonia intelectual, uma vez que o feminismo por si só é comandado por papagaios à esquerda.
Dado o exposto, não faltam atos estultos para com o movimento citado como, por exemplo, o fato de as feministas exigirem respeito do homem, embora saiam por aí dançando funk (gênero que mais despreza a mulher) , mostrando os peitos para fora, organizando marchas como a das vadias e defecando em fotos de candidatos contrários ao seu ideal. Ademais, não se importam com mulheres de pensamentos opostos, haja vista que a Rachel Sheherazade - opositora do movimento - já foi ameaçada de estupro e ninguém do grupo se meteu.
Por conseguinte, ingênua é a pessoa que pensa que o feminismo prega a igualdade de gêneros. Deste modo, já viu algum segmento do tipo questionando por que razão apenas o homem é obrigado a se apresentar às forças armadas? Melhor, por que as feministas não interrogam o fato de o homem ter uma expectativa de vida menor, tal como uma licença-paternidade? Em resumo, o feminismo é um vitimismo para mulheres lânguidas, de modo a fazê-las crescerem sem o devido mérito. Por fim, esses fantoches de mulheres, e a Skol as defende, são exíguos se comparados a mulheres que vão à luta, que vencem pelo próprio mérito e que não agem feito vagabundas para ocupar um papel relevante na sociedade. Em todos os aspectos, as atrizes com belos corpos são muito mais mulheres. Afinal, não são feministas.

Daniel Muzitano

quinta-feira, 2 de março de 2017

424 "intelectuais" de merda

No mesmo período em que Marcelo Odebrecht delata Dilma e companhia por corrupção, aflora por sua vez um manifesto de 424 "artistas" e "intelectuais" exigindo a candidatura de Lula à presidência da República para o ano que vem. Antes de tudo, aviso ao grupo que o correto é escrever "o cidadão perdeu". Em vez disso, algum pseudointelectual esteve por redigir "o cidadão perderam". Sem mais delongas, o objetivo é tão-somente blindar o ex-presidente, a fim de que nele seja refocilada a imagem de um perseguido político.
Como assíduo leitor de Nelson Rodrigues, certa vez o dito-cujo viera a falar que, se referindo ao Brasil, em nenhum país há tanto intelectual que não pensa. Você pode concordar ou não com o manifesto dos "intelectuais". Entretanto, concordância não é lá o forte dessa gente. Vamos a fatos que caracterizam a trajetória do senhor Lula: mensalão, petrolão, assassinatos no caso Celso Daniel, criação do foro de São Paulo, pacto com ditaduras, vínculos com movimentos terroristas como as FARC e o como o MST, endividamento do Brasil, média de 60 mil homicídios anuais, imposição cultural, enriquecimento ilícito, dinheiro para a classe artística em troca de apoio e outros fatores.
Dado o exposto, a questão vai além de uma divergência política. Em resumo, apoiar o Lula - independentemente do argumento - é se declarar mau-caráter; caso, portanto, de todos esses vendidos encabeçados pelo senhor Chico Buarque. E mais, em nem uma democracia laudável há partidos apoiando ditaduras mundo afora. Ademais, podê-lo-íamos condenar o PT outrossim por esta execrável era do politicamente correto. Por fim, só gente imunda defende o senhor Lula. É isso.

Daniel Muzitano

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A culpa é de Paulo Freire


De exórdio, acabo de acompanhar uma matéria que traduz e muito o porquê de nosso ensino ínfimo. A chamada dizia: Sem saber ler, menina de 7 anos ganha prêmio de "Leitora Destaque" no Rio de Janeiro. Se vivo estivesse, Nelson Rodrigues diria que há um questionamento "óbvio ululante" a ser feito. Antes de tudo, ela não pode ser chamada de leitora, uma vez que não sabe ler. Ademais, e ainda que não saiba, se destaca dentre tantos. Ou seja, os outros estão aquém dela. Malgrado o fato que solevanta a tragédia de nossa "educação", vejo certas pessoas comemorando o episódio com muito fulgor.
O pormenor, e isto explica tudo, é que o nome da biblioteca cuja menina tem acesso a livros homenageia Paulo Freire, um comunista idolatrado por esses mefíticos que celebram essa história execrável. A pedagogia do oprimido, obra do "autor" lançada em 1968, além de ser o livro mais lido em universidades, outrossim é nada mais que uma propaganda comunista, ao passo que estimula revoluções à esquerda. Dito isso, nele há passagens que comprovam minha tese. Seguem duas: "Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor". "Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão".
Lembrando que 1968 era o auge da luta armada, e, vale ressaltar, a palavra "libertadora" se confunde com essa época. Em suma, designa que a criança escolhe o que vai aprender. Além disso, notem que no segundo "raciocínio", pois bem, ele usa a "liberdade" com o intuito justamente de uniformizar o pensamento. E o dito-cujo é o patrono de nossa educação. Resultado disso, um terço dos brasileiros não sabe interpretar um texto comum. Esse senhor é o homem que diz que a norma culta deve ser deixada de lado, dado que seria algo das elites. Afora ter influenciado partidos como o PT, o "educador" é, nitidamente, filho do ominoso evento da semana de 22.
Ainda no livro, Paulo Freire diz que o professor não pode ter autoridade sobre o aluno, ao passo que ele deve ser educado no mesmo instante que educa. Isso significa, basicamente, a extirpação de autoridade do professor com relação ao aluno. Consequência disso, temos docentes apanhando hoje em plena sala de aula. E mais, há uma vigilância de uma terceira força, o comunismo, sobre o professor. Por fim, o fato de o Lula, maior bandido de nossa história, ter chegado à presidência, sim, não se enquadraria na valorização da ignorância, e, de mesmo modo, na exclusão da norma culta, por exemplo? Atentemos, Paulo Freire é um imbecil. E os resultados aí estão. Brasil, lanterna em rankings de educação.

Daniel Muzitano

sábado, 4 de fevereiro de 2017

As coincidências dos abraços

Com uma visão de poucos na esfera midiática, o jornalista Claudio Tognolli observou como ninguém o significado dos gestos solidários a Lula, na data de falecimento de sua esposa. Travestida de afeto, a vileza moral em questão coincide com certos aspectos. De preâmbulo, na data triste para a família Lula, mesma em que Aécio se complicou ainda mais na Lava-Jato, Fernando Henrique Cardoso mostrou a todos ser uma alma "indulgente". Do mesmo modo, e no dia em que seu nome e o de sua cúpula também foram mencionados na Lava-Jato, Temer - que fora chamado de golpista pelo lulopetismo - também prestou apoio ao ex-presidente Lula.
Pari passu, lá estiveram tão-somente políticos ligados -direta ou indiretamente - à Lava-Jato. A acepção daqueles abraços visam ao fato de produzir uma ablação para com prosseguimentos da operação supracitada. Num momento de dor para Lula, o "estamos juntos" designa o "vamos travar a Lava-Jato". Em suma, grande parte da classe política é capaz de usar a morte de alguém, a fim de se livrar de prováveis punições.

Não menos importante, compreendo o porquê de Temer, dantes, ter sido o vice-presidente de Dilma. A presidente tentou auspiciar o senhor Lula com foro privilegiado, uma vez que o larápio seria ministro. De igual fato, Temer exerce o mesmíssimo comportamento daquela que foi, sem dúvida alguma, a pior dentre todos os presidentes da República. Ou seja, transforma Moreira Franco em ministro, pasmem, com finalidade similar. Grosso modo, Dilma era hodierna em termos de falta de decoro. Não à toa, Temer era seu vice. É como dizia o Nietzsche: "O político visualiza as pessoas de duas formas: instrumentos e inimigos". É isso.
Daniel Muzitano