Não fosse do PSDB, bem como tivesse o Alckmin como padrinho, João Dória seria imaculável. Em pouco tempo à frente da prefeitura de São Paulo, o dito-cujo abriu mão de seu salário, melhorou o atendimento em hospitais, privatizou setores importantes, vem implementando projetos cruciais para a área de cultura, acorda cedo, pune com multas os atrasados de sua equipe, e, sobretudo, debela a banalização da arte.
Atentemos para com o último item, uma vez que Dória travou uma guerra contra pichadores vagabundos, perdão pelo pleonasmo. Antes de tudo, muitos alegam que o piche é uma arte e/ou um processo cultural. Segundo o dicionário, e a definição de cultura é similar, a arte é a capacidade e aptidão do ser humano de aplicar conhecimentos e habilidades na execução de uma ideia ou de um pensamento.
Isso ocorre em uma pichação? Que ideia é expressada nesse tipo de "manifestação"? Vou além, que tipo de conhecimento há nessa "atividade"? Esses imbecis escrevem piche com "X". Em suma, são analfabetos, e, por isso, incapazes de avaliar uma pintura de Dalí, tal como um verso de Camões, dois exemplos dentre tantos. A banalização da arte fere o préstimo e o mérito. Afinal, se pensarmos no pichador como artista, ele terá a mesma importância de um Dalí. Por essa equiparação burra, certos leprosos mentais ganham um espaço que decerto está acima de sua "inteligência". Por essas e outras, um Tico Santa Cruz ou um Sakamoto viram gênios. Por fim, todo o meu apoio a João Dória. Sejamos contra a banalização da arte.
Neste país ominoso, estamos presenciando praticamente um policial morto por dia. Outrossim, é assassinado um homossexual diariamente. Acerca desses fatos, por que razão apenas o segundo é enfatizado pela nossa pútrida mídia? Destacar o segundo dado é preterir, ainda que de repente ele seja gay, a figura do policial. Atentem-se para com o fato de que, vejam, a esquerda não defende grupos, e sim seus próprios interesses.
Se a finalidade é conseguir "direitos" a alguns segmentos só pelo fato de eles possuírem certas especificidades, pois bem, qual o porquê de não lutar por um policial que, eventualmente, possa ser colorido? Já cansei de escrever que toda política de segmentação de grupos só atinge um resultado. Ou seja, o de um regime ditatorial. Tal como tantos, Hitler aderiu a esse "modelo". Em suma, poucos são mais importantes se comparados a um policial.
Conceitualmente, não há diferença entre um Freixo e um Hitler, uma vez que ambos, basta analisar, servem de voz a grupos. Portanto, menosprezando outros. Isso quando não há perseguições e homicídios na conjuntura. Por fim, a política deve ter como essência o mérito. Policiais são heróis. A princípio, gays não são nada senão gays. Essa hegemonia à esquerda me exaspera. Afinal, por essas e outras formamos tantos imbecis que nada mais são que meros papagaios a repetir frivolidades de toda sorte. Bom dia.
À medida que passei a me interessar e acompanhar a conjuntura política, e isto de um modo veemente, tive em Reinaldo Azevedo uma espécie de referência. Assim sendo, nos anos de 2013, de 2014 e de 2015, decerto, o dito-cujo ainda era digno de muito respeito, pelo menos de minha parte. Amiudadamente, este que vos fala aplaudia o fato de ele bater no PT, no Psol e em alguns à esquerda. Efeito disso, Reinaldo era - e eu não havia dúvidas sobre - um homem com ideais de direita.
Horas mais, e de modo estranho, Reinaldo passou a formular críticas duras a certas lideranças de direita. Dentre tantas, Bolsonaro, Trump e Olavo de Carvalho. Outrossim espantoso, defendeu com unhas e dentes todos os chefões do PSDB; sigla, portanto, de esquerda. Ademais, passei a me perguntar por que razão Reinaldo não saíra da Veja, uma vez que quase todos de direita foram expulsos no instante em que a direção mudou.
Em suma, foram dúvidas e mais dúvidas cujas respostas não vinham, pelo menos para mim, sobremaneira à tona. E faço uso de um "sobremaneira", haja vista que algumas pessoas tentaram me alertar a respeito. Depois de uma introspecção, tudo pareceu claro. Primeiro, Reinaldo nunca batalhou contra a esquerda, e sim fingia ser contra parte dela. Esse fator é óbvio, posto que ele é tucano, tal como vituperou as personalidades supracitadas. Não sendo de direita, claramente não havia lógica em sair da Veja.
Concluído o cenário, confrontei os hábitos comportamentais do jornalista com os do PSDB. Sendo assim, notei que ambos têm uma especificidade similar a do PT e a de tantos que, vale lembrar, Reinaldo fingia detestar. De forma covarde, o aludido assassina reputações de pessoas que vão de encontro aos interesses do PSDB. Entretanto, preciso elaborar um alerta que hoje mais parece de uma clarividência descomunal: os tucanos e o PT sempre foram unidos. Há uma aliança entre os partidos que, e é por isto que os protagonistas do PSDB fazem uma oposição entregando flor, é marcada pelo fato de eles fingirem ser rivais. O sábio doutor Enéas, e ele sim era de direita, já alertava para com o fato de há tempos.
Dado o exposto, segue abaixo um vídeo comprovando tudo que cá redigi. Reinaldo tentou, por conluio com José Serra, destruir a carreira do brilhante Marcos do Val. Volto para encerrar. Assistam:
Como dito, Reinaldo assassinou a reputação de um sujeito que desafiou interesses do PSDB. Para tanto, usufruiu a mentira, a falta de ética, o poder: tudo que o PT fez, por exemplo, para ganhar a eleição. Afinal, qual é a diferença existente entre o PT e o PSDB? Melhor, o que difere Reinaldo Azevedo, para o PSDB, de um militante petista; para o PT? Nada. Até há características diferentes em pormenores. Todavia, essencialmente é o mesmo tipo de conduta, e, como não poderia deixar de ser, peço desculpas aos que liam textos meus à época em que eu defendia, por ingenuidade, esse "jornalista". Lamentavelmente, apesar de ter sido apenas um, cheguei a elogiá-lo em meu livro.
Por fim, muito cuidado com o MBL. Os membros do grupo estão exercendo o mesmo comportamento. Logo, migrando para siglas iguais. Aliás, já chegaram a rasgar o verbo contra homens de direita. Meu ponto final: quero deixar aqui meus votos de felicidade ao senhor Marcos do Val que, extraordinariamente, voltou a ser grande em sua área e recuperou sua vida. Você é um guerreiro. Recado final: não leiam Reinaldo Azevedo! Não votem no PSDB! Chega de esquerda!
Oriundas de guerras entre facções - e isso não é dito pela Globo News - as rebeliões em Manaus são preteridas por pessoas de bem. Ou alguém acha que um trabalhador minimamente probo derrama lágrimas ao ver bandidos se matando? Em paralelo, a Globo News aborda as péssimas condições dos presídios tentando, pasmem, justificar as ações dos delinquentes. Gostaria de saber por que razão não rememoram o fato de que bandidos também possuem regalias? Traficantes fazem festas, têm acesso a celulares etc. Aliás, uma reportagem do Jornal da Globo nos fez saber que os marginais fizeram uma festa e tanto, de modo a celebrar a chegada de 2017.
Ademais, muitos comparam as rebeliões de agora com o Carandiru. A meu ver, há sim similitude envolvendo os dois fatos, uma vez que ambos começaram por conta de guerras entre facções, tal como exigiram da polícia uma reação mais hirta. A polícia tentou resolver pelo diálogo. Entretanto, a situação estava fora de controle. O que a entidade deveria fazer? Nada senão matar. É preciso se colocar no lugar do policial; algo, portanto, que a rede Globo não faz. Pelo contrário, formula o sórdido vitimismo para com bandidos. Em suma, a mídia, e em especial a emissora supracitada, é pútrida. É isso.
Às vezes, e digo sem medo algum de cometer um equívoco, custo a acreditar na existência de Nelson Rodrigues. Acordei às 4 horas desta manhã com uma insônia irremediável. Àquela altura, minha vontade de redigir sobre o fato de eu não conseguir dormir não cessava sobremaneira. Ou seja, pensei na insônia como algo sem explicação. Por sua vez, uma personagem que por si só nascera pouco antes do nada. Dado o exposto, tenho a audácia feérica de ouvir as crônicas futebolísticas de Nelson. Acerca de um jogo, Flamengo x Fluminense sendo mais específico, relembro que o autor disse certa vez que o clássico aludido começou 40 minutos antes do nada. Eis aí minha verdade. Minha insônia é uma espécie de Fla-Flu. Por ele, está descrita aí como tal.
De igual espanto, me veio o pensar inexpugnável - e eu já comentei isto - de não acreditar na juventude na qual faço parte, uma vez que nela há a justificativa de defender atos canalhas, desde que cometidos pela esquerda. A falta de valor por parte desse segmento me fez ir ao Google e escrever, com o sangue em pleno ardor, três simplíssimos vocábulos: Nelson, Rodrigues e canalha. Feito o exercício, eis que surge isto: "A ideologia que absolve e justifica os canalhas é apenas o ópio dos intelectuais". Não entendo como pode existir um sujeito que definiu a minha insônia, bem como uma juventude que ele sequer conheceu. Aliás, Nelson definiu como poucos a relação do jovem inepto com a classe artística fétida e somítica. Se o Fla-Flu nasceu 40 minutos antes do nada. Nelson Rodrigues, 30 minutos antes da terra.
Conjunto cujo protagonista era o senhor Mussum, de há muito ouço um grupo conhecido como Originais do Samba. Dentre tantas letras notáveis, a obra-prima, pelo menos a meu ver, é nada mais que a célebre "Esperanças Perdidas". Lá pelas tantas, diz a letra: "Sem a cadência do samba não sei o que será". Eis aí o porquê de meu interesse no étimo "Cadência" que, por sinal, advém do latim cadentia. Ou seja, "Harmonia". Em consequência disso, "decadência" seria algo sem harmonia. Haja vista não haver cábula, sigamos com outros étimos. Do tupi kari´ uoka, o termo Caboclo significa casa (Oca) do Kara´, iua (Homem branco). E é daí que veio a palavra "Carioca". Logo, resultado da mistura de índio com branco. Assim sendo, Caboclo e Carioca são sinônimos. Por último, o vocábulo "Calma". Do grego kauma, a expressão tem o sentido de "Chama". Por conseguinte, "Acalmar" seria tirar a chama, dado que o "A" exerce a função de prefixo negativo. No melhor sentido, a Língua Portuguesa é inverossímil.
Uma vez que os conceitos resultam nas mesmíssimas práticas, Hitler, Mussolini, Fidel, Lula, Maduro, Freixo: todos são congêneres. Esta semana houve vários debates, melhor dizendo, alaridos de toda sorte, de modo que eu aleguei o que alego neste instante. Sendo deste modo, todos os homens supracitados aplicaram - só o Lula e o Freixo não conseguiram até o momento no Brasil - regimes baseados em: fechamento de mercado, sistema de unipartidarismo, censura, fuzilamento, perseguições a opositores etc. Oriundo do partido socialista alemão, ou seja, de esquerda, Hitler foi sem dúvida um dos homens mais sanguinários do planeta. Sua propaganda ditatorial inspirou, por exemplo, no marco civil do PT. Aliás, havia no programa do PT o item de perseguir jornalistas adversos. A fim disso, a sigla chegou a fazer uma lista com alguns nomes.
Talvez minha análise fique mais bem clara se focarmos na Venezuela que, vale lembrar, é oriunda de um projeto implementado por Lula e Fidel. O país hoje, por fechar o mercado, possui a inflação mais alta do mundo. Opositores dos mais diversos estão presos, tal como não há mais veículo de comunicação que não do governo. Ademais, o Psol até hoje formula uma defesa em seu site ao ditador Maduro. Com um simples trecho, pasmem, unifiquei todos em uma mesma moeda. Entretanto, esquerdistas elaboram ofensas de fascista a seus contrários. Raciocinemos, pois bem, que a Itália de Benito possuía como símbolo um feixe cujas cordas presas a ele diziam que o povo estava amarrado ao Estado. Até há uma frase de Mussolini em que isso fica nítido: "Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado".
Destarte, por que razão a ofensa se dá? Pelo menos no Brasil - evidentemente por uma questão hegemônica - artistas, jornalistas, professores: todas as alas compõem a esquerda; inclusive a Igreja que hoje mais parece um antro de papagaios marxistas. Como é sabido, outra ação comum aos personagens aludidos está baseada na segmentação de grupos. Em suma, o intuito desse texto é esclarecer aos desavisados que não há diferença - conceitualmente falando - ao votar em um Hitler e em um Freixo. Outrossim, não há lógica em odiar o nazismo amando o comunismo, dado que expressam similar significado.
Nem é preciso ressaltar que Stalin, outro à esquerda, matou mais que Hitler. A guerra entre a Ex-URRS e o nazismo era um conflito de gêmeos, e não de opostos como muitos querem reproduzir. O clímax do absurdo, e isto eu infelizmente li, é um rapaz que se diz defensor de gays e negros apoiando qualquer um desses psicopatas, ao passo que todos - direta ou indiretamente - mataram ou matam pessoas com essas especificidades. Freixo, vejam bem, é defensor de bandidos. Se um gay ou um negro inocente é morto por um traficante, não teria o psolista responsabilidade? Não é preciso crer no que escrevo. Pensar é uma medida mais que suficiente. Se é esquerdista, indubitavelmente, pois é, não presta. É isso.