terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Alô galera do Fantástico: vocês são uns merdas de jornalistas

Que matéria perfídia a imbecilidade que o Fantástico produziu. Segundo os responsáveis por essa estultícia, os manifestantes de São Paulo não são Black Bostas, não são de partido político, são antenados, e, em especial, não depredam absolutamente nada. Além disso, a equipe desse programa de merda dá a entender que as meninas de 16 aninhos com teor feminista são a nova cara dos protestos ocorridos em 2016. Detalhe mais paradoxal: a PM é a culpada da criminalidade. Pessoal do Fantástico: vão se foder.
O movimento passe livre é cheio de Black Bostas. Na própria matéria há imagens de mascarados. Não possuem vínculo com partido político? Esses mefíticos marcavam reunião com o petista Gilberto Carvalho, ligavam para o Freixo a fim de conseguir proteção por meio dos direitos humanos. Antenados? Esses lixos vestem a camisa do Che Guevara, um sanguinário e ditador, pedindo democracia. O engraçado é que um dia depois da reportagem, sim, o prefeito Haddad, que é um boçal, recebeu uma garrafada do grupo no meio da rua.
Vão enganar a PQP. Esses vândalos já foram acusados de vários crimes, inclusive filmados destruindo patrimônios público e privado. Aí surge este Tadeu Schmidt e uma loira idiota afirmando que quem está à frente dos protestos são adolescentes que sonham com um mundo melhor? Eu não consigo ver esse lixo todo sem proferir esses palavrões. Eu explico essa babaquice toda com um fato.
Sabe qual foi o local de entrevistas dos marginais em questão neste 26 de janeiro de 2016? No sindicato dos jornalistas. Que gracinha. Sindicato? Ué, mas não é algo ligado ao governo? E para a menininha que fez um texto evocando o feminismo. Você prega direitos iguais? Proteste contra o fato de a expectativa de vida de nós homens ser menor a que de vocês. Lute para que nos aposentemos na mesma idade que vocês. Vai estudar sua retardada. Esses papagaios de esquerda me dão nojo. De Fantástico? Só a burrice de vocês.
Daniel Muzitano

domingo, 24 de janeiro de 2016

Daniela Mercury e sua mulher mais uma vez

Com dinheiro público, São Paulo festejou por meio de uma festa os seus 462 anos de vida. Como de praxe, Daniela Mercury, a embaixadora da Unicef no Brasil, foi a principal protagonista do evento. De exórdio, a cidade não deveria ter como primazia quaisquer festividades haja vista o atual momento. Ademais, quem é a cantora para ficar à frente da cultura de algum lugar? A dita-cuja apoia material gay para crianças nas escolas, contribui decisivamente para o modelo ditatorial que aí está no âmbito da música, e, sobretudo, elabora conluios com partidos que admiram ditaduras, por exemplo, PT e PSOL, e, pasmem, um bando de paulistas idiotas batendo palma para uma figura assim.
E antes que eu me esqueça, um recado para a senhora Malu Verçosa Mercury, mulher da "artista" citada. Vai trabalhar sem depender de dinheiro do Estado, seja independente para opinar, e, em especial, procure algo para fazer em vez de ficar entrando no meu perfil do Linkedin para saber quem sou e o que faço. De fato, não tenho um terço sequer dos seus ganhos financeiros. Todavia, além de eu ser livre para opinar, não, não sou sujo a ponto de contaminar crianças incentivando kits gays e derivados. E já que a senhorita entrou em um perfil profissional, nem pense em me contactar para nada pois sou estudioso. Se eu não fosse uma pessoa culta, de repente escreveria algo ridículo como: Uô ô verdadeiro amor/ Uô ô você vai onde eu vou. Adendo: Dani, o certo é "AONDE" ( usado ao lado de verbos que indicam movimento ). Um beijo a vocês. Este país é uma merda mesmo.
Daniel Muzitano

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Alckmin e o MST

Pessimamente escrito, com notório desprazimento pude acompanhar um texto cuja Folha de São Paulo traz para o hoste burro que a lê. Sem mais delongas, a matéria publicada explica a aproximação do senhor Alckmin com o MST. Segundo o jornal, o tucano enxerga um enfraquecimento na relação dos delinquentes com o PT, e, sobretudo, tenta elaborar um laço de modo a ganhar mais popularidade haja vista que há uma disputa interna do dito-cujo com o Aécio para ver quem será o candidato à presidência em 2018. No dia em que David Bowie faleceu, morreu também o respeito - apesar de eu não ser de esquerda - pelo partido que parecia comportar aspectos democráticos.
É inadmissível um FHC defender a "importância" do PT, um Aécio ficar calado e um Alckmin virar namoradinho de vândalos. Declaro aqui total arrependimento por um dia ter votado na sigla. Doravante, nada de tucano. Ah sim, caso aprovada uma Lei antiterror os integrantes do tal "movimento social" seriam presos. Ora covarde, ora dilacerador da democracia, a nomenclatura merece total repúdio por gente que ainda goza de boa conduta. Que papelão governador. Pior que ainda dizem que esse troço é de direita. Por fim, um recado para a Folha de São Paulo: vamos aprender a escrever direito que está feio. É isso.
Daniel Muzitano

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

A passeata dos Black Bostas


Clarividente educação estouvada. Cultura extremamente ínfima. Um dos países mais violentos do mundo. Uma inflação que chegou a 11%. Um povo que elegeu a presidente mais corrupta de nossa história. Petrolão, mensalão, estelionato eleitoral, suposta fraude nas urnas, censura mediante o Marco Civil, programas do governo falidos, projetos que funcionam como trabalho escravo ( MAIS MÉDICOS ), investimento em ditaduras, pacto com organizações criminosas, proibição de uma Lei Antiterror e blá blá blá. Com toda essa imundície, que solução inteligente o povo irá exercer no dia de hoje? Mais uma vez protestar contra o PT, certo? Não, essa merda dessa população vai para as manifestações reclamar de um aumento de 40 centavos no ônibus.

Os Black Bostas, grupinho cujo líderes foram acusados de formação de quadrilha, incitação à violência, posse ilegal de armas e deterioração ao patrimônio público, serão presença garantida. Esses babacas conversavam com o senhor petista Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. À época, coincidentemente, as manifestações tiveram uma rédea tão criminosa que afastaram o cidadão de bem. Melhor para o PT. Ah sim, esses imbecis ligavam para o psolista Freixo quando eram presos. Mas eles não se dizem anarquistas? Anarquistas que conversam com partidos? Anarquistas com liderança haja vista que seus líderes foram presos? 


Camila Jourdan, senhora Black Bosta e professora da UERJ, é integrante dessa suposta quadrilha. E a Sininho, em? Acrescentaria mais sendo apenas um desenho e não um fantoche de gente. Esses ineptos são - assim como tantos outros - uma linha auxiliar do PT. Gosto de rememorar a ignorância deles quando parte da "equipe" bate no peito dizendo ser comunista de modo a usar a camisa dos Ramones, banda por sua vez anticomunista. Perante a estultice dessas ações populares, me sinto como Hemingway: "Mesmo quando estava entre a multidão, estava sempre sozinho". Eu sim sou lúcido. Eu sim sou oposição. Espero que a nossa PM seja mais do que nunca PM e prenda todos esses vagabundos. É isso.

Daniel Muzitano

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Eduardo Paes, a vírgula vicária

Eu tenho o hábito de ler. O povo, não. Para entender por que o atual prefeito Eduardo Paes e sua cúpula, vale frisar que amiúde, apoiam o fétido e abandonado PT, sim, é necessário destacarmos a vírgula que serviu de preâmbulo para com esse texto. Denominada de vicária, ela exerce o papel de substituir algo de modo subentendido notoriamente presente no período anterior. Vejamos:
"Eu tenho o hábito de ler. O povo, não".
A vírgula em questão substitui o "Hábito de ler". Poderíamos dizer: "Eu tenho o hábito de ler. O povo não tem o hábito de ler". Indubitavelmente, valeria o mesmo sentido. Porém, isso é um modo de participar sem aparecer muito. Pois bem, o político do PMDB almeja ser candidato à presidência da República em 2018. Haja vista esse fato, o que o dito-cujo ganharia sendo favorável ao impeachment? Possivelmente perderia verba para a realização das Olimpíadas de 2016. E como o prezado não é nem um pouco pascácio, decerto enxerga o evento como um adorno fundamental para a sua meta, portanto, ser presidente em 2018. Por isso a analogia, Paes precisa do PT nesse momento. Todavia, como há enorme rejeição popular para com o partido, opta por funcionar como a tal da vírgula.
Destarte, o peemedebista - é bom rememorar que já trocou de partido trezentas vezes - chegaria forte e como a única alternativa da sigla à disputa presidencial. Promulgo esse cenário como demasiado grave. Afinal, esse senhor não tem ideologia, é adepto da política do Estado totalitário, possui conluio para com o movimento feminista, e principalmente, é capaz de qualquer ato a fim de alcançar o poder, inclusive, livrar o Romário da célebre conta na Suíça em troca de um apoio ao Pedro Paulo, suposto candidato à prefeitura e espancador de mulher. Claro que entre o Paes e a Dilma, opto pelo primeiro. Contudo, um sujeito sem decoro é sempre pernicioso. É bom ficarmos de olho porque ele já trabalha a fim de atingir seu objetivo. Para elaborar minha consecução: "É tolo quem pensa no futuro antes de pensar no presente", Gogol. É isso.
Daniel Muzitano

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

O feminismo é uma merda

O homem vive menos se comparado à mulher. O homem trabalha mais do que a mulher. O homem, se considerarmos a lei em princípio, é muito mais vulnerável perante a mulher. E só para citar mais um dado, sim, o homem não tem o direito de passar tanto tempo com os seus filhos quanto à mulher. Pois bem, gostaria de saber por que as feministas não lutam por essas causas haja vista que são tidas como a auriflama da igualdade. Onde estão vocês? Ademais, se um homem apanha para uma mulher não acontece absolutamente nada com ela. Todavia, se ocorrer o contrário já temos ciência da rigidez da lei.
Claro que é importante inferirmos que as mulheres, assim como o homem, possuem vários problemas. E muitas, com ar intelectual roborado, lutam de um modo mais bem capacitado acerca desses. Buscam entender o porquê de estarmos nessa situação vexatória não apenas na pauta da criminalidade bem como em tantas outras. Tais concluem que a falta de punição, a doutrinação em várias instituições, as políticas implementadas pelos que aí estão e tantos outros fatores são os que de fato exacerbam para com a atual situação execrável. E essas sim merecem o devido respeito. Não são infantis a ponto de aderirem discursos ineptos cujo machismo é o responsável por tudo.
O feminismo é a falta de concatenação. Pior de tudo são essas feministas que mais parecem bichos, não consigo chamá-las de mulheres, ficarem reivindicando o respeito dos homens de modo que não sejam tratadas como objeto, e pasmem, ao mesmo tempo que dançam funk. Não há um "gênero musical" que avilte mais a figura da mulher quanto o citado. O feminismo é um lixo conceitual. O feminismo é burro. O feminismo é uma merda. Por fim, Drummond para as meninas que pensam em estudar essa hermeticidade: "Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes". É isso.

Daniel Muzitano

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Nietzsche em 2015

Acabo de analisar uma tese de Nietzsche na qual fora retomada por um bom professor denominado de Maro. Pois bem, o então dito-cujo traz à tona uma indulgente crítica do autor acerca do sofrimento. Certa vez, e isso faz um tempo, tive a oportunidade de ler uma obra-prima que constava: "O sofrimento não pode ser um mal a ser abolido, e sim deve ser visto como algo positivo, algo a ser superado". (Presente no Nascimento da Tragédia) O intelectual em questão enfatiza que a sociedade brasileira é decadente - e o pensamento de Nietzsche configura o raciocínio - porque não encara os seus problemas. Ao contrário, perante os óbices optamos por um entretenimento burro. Minha crítica a ele é apenas uma: cite mais exemplos.
Outrossim que os imbecis como o Felipe Neto, Pc Siqueira e outros idiotas que fazem vídeo, e, que por sua vez foram lembrados pelo professor por só produzirem conteúdos que segmentam o saber, sim, poderíamos citar as novelas, o funk, o pagode, os vários programas de TV que não agregam em absolutamente nada, os livros de autoajuda: todas essas adinamias parvas são instrumentos de uma puerilidade semântica notória de modo a cessarmos uma produção intelectual minimamente inteligente. E esse é o Brasil, um país com poucos debates, pouca literatura, e sobretudo, muita estupidez.
Como corolário da abordagem, o homem culto hoje é visto com certa rejeição. O fraco é o exemplo, o modelo a ser seguido. É um laboro adquirir algum prestígio num país cuja bunda é mais atraente que um cérebro, e pior, quando muito possuímos a tendência da perda de valores importantes e a produção de um pérfido e podre ar doutrinador. Parabéns ao senhor Maro pela bela explicação. É isso.
Acompanhe o vídeo:

Daniel Muzitano