Podemos notar, ao inferir a magnitude do assíduo Machado de Assis, o comportamento de figuras patéticas como o senhor Jô Soares, Chico Buarque, Caetano Veloso, e sobretudo, Gregório Duvivier. O último, talvez o mais estulto que discursa fingindo importância com relação aos pobres à procura de um homizio. Disse certa vez o inolvidável Assis: "A vaidade é um princípio de corrupção".
O "comediante" do porta dos fundos, como de praxe, fez o que muitos analfabetos políticos pregam ao retratar tal âmbito, portanto, equiparou todos os nomes que compõem esse cenário a fim de perpetuar lucrando com o governo atual, que, segundo ele, foi o menos conivente com a corrupção. O PT não inventou a corrupção, todavia foi o único que fez dela uma ideologia; ora tentando tomar o congresso por duas vezes, ora investindo em ditaduras, ora sendo perdulário e por aí vai.
O sujeito precisa ser demasiado burro para não enxergar que o PT é muito pior que todos os outros. O histórico: dois tesoureiros presos, um ex-presidente do partido preso, um ex-ministro preso três vezes e empreiteiras corruptas ligadas ao PT destruindo estatais como a Petrobras. É preciso ser um tanto quanto idiota para cair na conversa de "artistas" que só defendem essa merda porque lucram por fora com a citada sigla podre e vil. Em suma, o Brasil só irá formular demasiada têmpera no instante que prender o senhor Lula e a ladra da var-palmares que assaltava bancos, dirigia mortes, e que, graças ao nosso povinho ignominio, sim, virou presidente desse lixo que alguns chamam de país. É isso.
Daniel Muzitano
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
A Bienal não faz sentido
De há muito, pois bem, pesquisas apontam que o brasileiro em princípio não é uma sumidade, muito pelo contrário, para com o hábito de ler livros. O porquê do evento seria de fato um bom exórdio para questionarmos nossa leitura. Além de não termos a constante para com a análise de obras, de encontro, podemos frisar também que não há lógica rumarmos para eventos assim.
É de conhecimento de alguns que eu, por exemplo, tenho como cotidiano a audácia de ler 2 ou 3 livros se considerarmos o período de um ano. Será que faz sentido ir até um local que é distante- e não só para comigo - pagar a entrada, as passagens, algo para comer; levando em conta que o local é isolado e você terá que comprar algo lá; e finalmente, sim, comprar um ou dois livros? Se o objetivo é apenas adquirir um livro, não faria mais sentido e sairia muito mais barato uma ida ao shopping, e por corolário, até uma livraria? O livro é um adorno, é uma espécie de homizio, um motivo para nos tergiversarmos perante nossa falta de cultura.
A Bienal é um desfile, um passeio, uma oportunidade de reunir os amigos: é tudo menos a apreciação por um bom livro. Enquanto não assumirmos o problema não estaremos aptos para com o enriquecimento presente num estupendo Machado de Assis, num formidável Nelson Rodrigues ou num benigno Nietzsche. Nós somos ridículos, pobres e imaturos. Em suma, somos uma fétida Bienal do livro. É isso.
Daniel Muzitano
É de conhecimento de alguns que eu, por exemplo, tenho como cotidiano a audácia de ler 2 ou 3 livros se considerarmos o período de um ano. Será que faz sentido ir até um local que é distante- e não só para comigo - pagar a entrada, as passagens, algo para comer; levando em conta que o local é isolado e você terá que comprar algo lá; e finalmente, sim, comprar um ou dois livros? Se o objetivo é apenas adquirir um livro, não faria mais sentido e sairia muito mais barato uma ida ao shopping, e por corolário, até uma livraria? O livro é um adorno, é uma espécie de homizio, um motivo para nos tergiversarmos perante nossa falta de cultura.
A Bienal é um desfile, um passeio, uma oportunidade de reunir os amigos: é tudo menos a apreciação por um bom livro. Enquanto não assumirmos o problema não estaremos aptos para com o enriquecimento presente num estupendo Machado de Assis, num formidável Nelson Rodrigues ou num benigno Nietzsche. Nós somos ridículos, pobres e imaturos. Em suma, somos uma fétida Bienal do livro. É isso.
Daniel Muzitano
sábado, 5 de setembro de 2015
Nossas vogais
De súbito, quero deixar claro que estou formulando esse texto porque uma doutora em português não sabia da explicação a seguir. É um tanto quanto lôbrego um povo que já consumiu Machado de Assis, Drummond, Vinícius, Nelson Rodrigues, Castro Alves e um Gregório de Matos, pois é, não ter ciência, e pior, fazer uso correto de modo consuetudinário de todas as vogais sem saber de fato quantas comportam o nosso alfabeto. A culpa não é sua. Eu, assim como boa parte dos brasileiros, aprendi no primário com a "Titia gordinha" que existem apenas 5 vogais.
Pois bem, nossa titia estava equivocada haja vista que somos constituídos por 7 vogais independentes. Alguns arriscariam frisar que estou me referindo quanto à acentuação, não, definitivamente não é o caso. Alguém discorda que o "E" presente na palavra "SEIO" é diferente do "E" presente no vocábulo "MELHOR"? E mudou alguma coisa no que se concerne à grafia? O mesmo ocorre com o "O" de "DROGAS" e o "O" de "BOLO", certo?
Portanto, temos duas letras "E" bem como duas letras "O". Contudo, isso não ocorre com o "A", o "I" e o "U". Para que os outros citados sofram alguma mudança fonética necessitam tais de uma consoante ou de um acento; não é o caso do "E" e do "O". Ao pronunciar "AMA" e "BALA" temos claramente uma nítida diferença, todavia o "A" do "AMA" só possui vida graças ao "M". O mesmo "A" ocorre em palavras como: "CRIANÇA", "LÃ", "CAMPO" e etc. Em suma, só existe o "A" de "BALA", "CASA" e por aí vai.
Bom, partindo dessa tese, por que não contamos as consoantes com mais de um fonema também? Por exemplo o X com som de Z? Há dois motivos: 1 - Consoantes não são bases de uma língua. 2 - A língua portuguesa é um conluio de várias línguas, ou seja, se dermos ênfase para com a complexidade fonética de cada letra, teríamos uma imensa dificuldade ao aprender outras línguas. As vogais precisam ser contadas em 7 pois formam a base de tudo haja vista que não existe palavra sem vogal. Obs: sigla não conta como palavra, e sim como uma configuração de várias palavras. Maldita "Titia Teteka". A, E, E, I, O, O e U. É isso.
Daniel Muzitano
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Pablo? Villaça?
De há muito - boa parte das vezes por exiguidade de tempo - não tenho acompanhado rútilos colunistas como o Constantino e o Reinaldo Azevedo, ambos da Veja. Dito isso, estive a par - mediante o primeiro citado - sobre um tal de Pablo Villaça, sujeito por sua vez de ampla notabilidade. Pois bem, fui analisar quem é esse indivíduo e por que ele anda tão em alta.
O cidadão em questão é um assíduo defensor do PT, seu ramo parece ser o cinema e ele testilhou com o Rodrigo Constantino. Por meio de um vídeo feito no período das eleições, o "alumiado" petista defendeu a senhora Dilma frisando que tal auspiciaria uma base sólida para a economia, contribuiria ainda mais no combate à miséria e daria continuidade para com as "boas políticas" elaboradas pelo PT. E mais, ele retratou que o ódio, sobretudo à época, não poderia imperar por questões ideológicas.
Nada mais que o tempo para dissociar os argumentos estultos das presciências plausíveis, e portanto, exacerbar de modo claro as contradições ou ingenuidades desse ser que contém inúmeros seguidores. O petista - como eu já bem disse - andou fazendo acusações ao Constantino. Que credibilidade goza esse senhor para falar mal de alguém? Ninguém que vota na Dilma - haja vista o estelionato eleitoral, o fato de ela ter assaltado bancos, dirigido mortes, conservar amizade com ditadores e tantas outras "atividades" - possui decência, a não ser que peça desculpas pelo voto e reconheça que foi muito burro, para difamar alguém.
E não me impressiona esse idiota ser seguido por milhares de pessoas, afinal, se a Dilma é presidente deste país é porque comportamos no mínimo 54 milhões de imbecis. Por fim, postarei mais uma vez minha entrevista com o Constantino de modo a deixar bem nítido quem de fato merece ser respeitado. Em suma: "Todo o caráter coerente consigo mesmo tem sempre razão; perder a razão é a única contradição", Schiller. É isso.
O cidadão em questão é um assíduo defensor do PT, seu ramo parece ser o cinema e ele testilhou com o Rodrigo Constantino. Por meio de um vídeo feito no período das eleições, o "alumiado" petista defendeu a senhora Dilma frisando que tal auspiciaria uma base sólida para a economia, contribuiria ainda mais no combate à miséria e daria continuidade para com as "boas políticas" elaboradas pelo PT. E mais, ele retratou que o ódio, sobretudo à época, não poderia imperar por questões ideológicas.
Nada mais que o tempo para dissociar os argumentos estultos das presciências plausíveis, e portanto, exacerbar de modo claro as contradições ou ingenuidades desse ser que contém inúmeros seguidores. O petista - como eu já bem disse - andou fazendo acusações ao Constantino. Que credibilidade goza esse senhor para falar mal de alguém? Ninguém que vota na Dilma - haja vista o estelionato eleitoral, o fato de ela ter assaltado bancos, dirigido mortes, conservar amizade com ditadores e tantas outras "atividades" - possui decência, a não ser que peça desculpas pelo voto e reconheça que foi muito burro, para difamar alguém.
E não me impressiona esse idiota ser seguido por milhares de pessoas, afinal, se a Dilma é presidente deste país é porque comportamos no mínimo 54 milhões de imbecis. Por fim, postarei mais uma vez minha entrevista com o Constantino de modo a deixar bem nítido quem de fato merece ser respeitado. Em suma: "Todo o caráter coerente consigo mesmo tem sempre razão; perder a razão é a única contradição", Schiller. É isso.
Daniel Muzitano
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
A responsabilidade da novela
Tive a desmesurada prerrogativa de acompanhar uma palestra on-line de - ao menos a meu ver - um dos melhores jornalistas deste país, portanto, William Waack. Dentre os diversos pontos trabalhados, um despertou-me certa circunspecção. O citado foi questionado sobre a influência do jornalismo brasileiro, sobretudo o da Globo, tomando o povo como o principal ponto de partida. Segundo ele - e eu concordo - a novela foi o primeiro instrumento a abordar certas questões que são debatidas pelas pessoas. Dentre tantas, destacam-se: as drogas, o papel da mulher, a família, o homossexualismo, a corrupção e etc.
Seguindo ainda com a tese, Waack ressalta que o jornalismo chega muito depois e tenta uma adequação aos princípios populares. Pois bem, a maioria do povo discute economia, esportes (com exceção do futebol; que até anda perdendo um pouco de espaço pois a novela não tem trabalhado o segmento) ou mesmo a privatização? Não, e muito pelo fato de a novela não aprofundar tais temas. Se o Jornal da Globo, por exemplo, influenciasse tanto assim, sim, estaríamos questionando economia, e decerto a Dilma não teria sido eleita.
O imprescindível desse âmbito - eu diria demasiado pernicioso - é que a base de nossas ideias são construídas a partir de uma ferramenta "cultural" burra para crescermos ou não enquanto sociedade; e usufruo desse adjetivo porque ela não retumba os pontos de modo aprofundado, aliás, apenas joga o tema no ar. A pergunta é: até quando perderemos tempo com isso? Em suma: "É sempre assim. Morremos. Não compreendemos nada. Nunca temos tempo de aprender. Somos envolvidos no jogo. Somos ensinados para com regras, e, levando em conta o poderio, na primeira oportunidade somos mortos intelectualmente", Ernest Hemingway. É isso.
Daniel Muzitano
Seguindo ainda com a tese, Waack ressalta que o jornalismo chega muito depois e tenta uma adequação aos princípios populares. Pois bem, a maioria do povo discute economia, esportes (com exceção do futebol; que até anda perdendo um pouco de espaço pois a novela não tem trabalhado o segmento) ou mesmo a privatização? Não, e muito pelo fato de a novela não aprofundar tais temas. Se o Jornal da Globo, por exemplo, influenciasse tanto assim, sim, estaríamos questionando economia, e decerto a Dilma não teria sido eleita.
O imprescindível desse âmbito - eu diria demasiado pernicioso - é que a base de nossas ideias são construídas a partir de uma ferramenta "cultural" burra para crescermos ou não enquanto sociedade; e usufruo desse adjetivo porque ela não retumba os pontos de modo aprofundado, aliás, apenas joga o tema no ar. A pergunta é: até quando perderemos tempo com isso? Em suma: "É sempre assim. Morremos. Não compreendemos nada. Nunca temos tempo de aprender. Somos envolvidos no jogo. Somos ensinados para com regras, e, levando em conta o poderio, na primeira oportunidade somos mortos intelectualmente", Ernest Hemingway. É isso.
Daniel Muzitano
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Sem PT, sem PMDB e sem Psol
Bem como boa parte dos brasileiros, infelizmente sou um mártir no que diz respeito para com a nossa ominosa mobilidade urbana. Dentre tantas inúmeras viagens, boa parte delas de ônibus, andei observando por várias vezes que dentro do veículo em questão há diversas propagandas da prefeitura contra a homofobia. O slogan: "Não fique calado diante da homofobia".
Pois bem, fora o grave problema do transporte público, lideramos o consumo de crack e cocaína, comportamos cerca de 64 mil homicídios por ano, nossa educação deixa a desejar de há muito, e pasmem, nosso prefeito está arreliado e preocupado com as ofensas que os gays sofrem.
É de clarividência que o senhor Eduardo Paes formula uma gestão perdulária e imperita desde o seu primeiro mandato. Por que motivo elaborar uma campanha em defesa dos gays? 2016 é ano de olimpíada e eleição, congenitamente me arrisco a dizer que hoje eles são maioria. Bom, vamos entender a ideia. É só o gay que sofre discriminação? Ainda que fosse, o que ele pretende com o "Não fique calado"?
Isso solucionaria o problema ou mesmo melhoraria? Só não digo que Paes representa o que há de mais abjeto na política porque existem o PT e o Psol, todavia Pedro Paulo, seu sucessor, apoiou a senhora Dilma e votou na alteração da LDO (Lei de diretrizes orçamentárias). Em suma, graças ao idiota citado e a alguns deputados, a petista hoje pode gastar mais do que arrecada com impostos que não constará a natureza de crime. E esse lixo, que continuará com a podridão atual, possivelmente será o próximo prefeito. E o carioca vota nessas sujidades. "O erro é criar hábitos", Oscar Wilde. Que um raio aparta. É isso.
Daniel Muzitano
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Rosana, a professora do Psol
De há muito, pois bem, julgo de extremo procedente tratarmos de outrossim a exiguidade da senhora Dilma com a insciência em grau opróbrio da ex-candidata Luciana Genro. Dito isso, sentir-me-ei na obrigação de objurgar o comportamento patético, exposto em um texto, da professora Rosana Pinheiro Machado. A citada é feminista, escreve para a carta capital e teve sua "obra" compartilhada no facebook da representante do Psol. Sigamos.
Segundo a "orientadora", há uma onda machista nas universidades e os exemplos são nítidos. Como primeiro item, a autora da postagem promulga que o homem patenteia pautas políticas e econômicas a fim de comprovar seu machismo. E ela não cessa aí, o homem deve olhar sempre para os olhos da professora, do contrário, isso seria um esboço de desdém totalitário. Há outros pontos que a inapta dá ênfase: o crescimento da direita na política do Brasil, o fato de o professor ser sempre burro a fim de ele não menosprezar ninguém, e sobretudo, todo homem que considerar histérica uma mulher que grita em sala de aula sem motivo, é, indubitavelmente deve ser tido como machista. Por fim, ela diz ser um emblema democrático.
É de ficar estupefato que esse bicho - e estou sendo demasiado educado - tenha espaço para dar aula. O detrimento maior é uma mulher que foi candidata ao cargo máximo de nossa constituição aplaudir alguém dessa faculdade. Destarte, vamos reiterar as teses da Rosana e do Psol: nós homens não podemos argumentar sobre política e economia. Temos que olhar para nossa professora a aula inteira. A direita - mesmo sem nenhum partido - cresce como ideal no cenário político. Todo professor deve ser burro. Devo considerar normal uma mulher que berra sem motivo. E para com a consecução textual, apesar de eu não poder relatar sobre algumas pautas, e principalmente, não poder sequer ser de direita, sim, a isso dá-se o nome de democracia. Em suma: "A tirania é um hábito com a propriedade de se desenvolver e dilatar a ponto de tornar-se doença", Dostoiévski. É isso.
Daniel Muzitano
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