Creio ser indubitável a responsabilidade de Fernando Henrique Cardoso na política ditatorial de Nicolás Maduro na Venezuela. É provável também que o tucano tenha sido o pivô do confronto ocorrido ontem no Rio de Janeiro envolvendo cerca de trezentos petistas contra algumas dezenas de pessoas comuns. O ex-presidente é o corresponsável do foro de São Paulo, assim como incentivador de partidos como o PT e o Psol seguirem a ideologia bolivariana.
Pois bem, o PT prossegue com o ódio, a segmentação de grupos e sua ditadura do proletariado, mas a culpa é indiscutivelmente do FHC. O político em questão está por trás de o protesto dos caminhoneiros, assim como vigorou mediante o PT que menores infratores podem receber visitas íntimas dentro das prisões. Ah sim, Lula disse que o Saddam Hussein faz falta ao mundo pelo fato de o mesmo ter sido colaborador assíduo da paz. Esse Fernando Henrique Cardoso realmente não presta. Se não comportássemos tantos imbecis, a ironia aqui sequer existiria. É lastimável o nível cultural do povo brasileiro. E sabe o que é pior? Foi assim, adotando esse putrefato discurso, que a senhora Dilma venceu o senador Aécio Neves. É isso.
Daniel Muzitano
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
O tráfico da fala
É notório acentuarmos que cada vez mais a detença dos brasileiros é comprovada mediante inúmeras formas. Estou chegando ao fim da série do Pablo Escobar, para muitos um dos maiores senão o mais bem capacitado narcotraficante da história mundial. Pois bem, analisando o discurso do citado noto uma tétrica similitude para com boa parte do eleitorado do Brasil. O assassino colombiano pregava uma retórica que defendia os direitos humanos, a atribuição de muitos atos nefastos para com responsabilidade apenas da polícia, e sobretudo, a oratória que o pobre é vítima da sociedade.
Os tópicos ressaltados, e isso é lastimável, são defendidos de modo enérgico por boa parte desse vil país. Os direitos humanos servem para os ladrões, e não para as vítimas das famílias. A instituição policial, que por sinal é pessimamente conduzida e investida, é apontada como única e exclusivamente responsável pela violência de um lugar inteiro; não temos a capacidade de entender que as condições e a forma como a mesma é gerida é que fazem o crime ter a dimensão que tem. Alguns ainda lutam pela estúpida ideia de desmilitarizar a instituição. Quanto ao fato da vitimização, qual a idade intelectual de um povo assim? O problema: "Todo mundo pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo", Tolstoi. Um povo tão atrasado merece ter o PT à frente de tudo. Deveríamos estar em 2015, contudo estamos em 1993 ao lado de Pablo Escobar. É isso.
Daniel Muzitano
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Para enganar idiota
Veja desta semana: Pezão diz que o PMDB precisa concorrer à Presidência da República em 2018, e que por sua vez o favorito para a corrida hoje é ninguém menos que o prefeito Eduardo Paes. Eu poderia até lamuriar essa informação, contudo por mais que ele, Paes, seja um político extremamente larápio e ineficaz, não, ele não é pior que a senhora Dilma. O governador do Rio ainda defendeu um estado à frente apenas da educação, saúde e segurança pública. Segundo o mesmo, a iniciativa privada para outras áreas e a meritocracia farão parte do seu mandato. Pois bem, se o citado pretende realizar privatizações em outras áreas, por que deixar as principais com o setor público? Será que o modelo vigente é exemplar?
As pautas, sobretudo as citadas, devem ser privatizadas imediatamente. Quanto ao uso da palavra "Meritocracia" - dita num tom muito airoso diga-se de passagem- fica apenas em discurso quando ele concebe uma Secretaria de Esportes ao filho despreparado do ex-governador Sérgio Cabral, bem como nomeia seu enteado advogado para com o cargo de subprefeito da gestão de Paes. Privatizar atividades de segunda instância e não dar voz para com as básicas pode até gerar votos, mas jamais terá o meu. Partidos como o PMDB e o PT precisam perder força o quanto antes. Um promete uma praia, mas faz uma piscina. Outro, promete uma praia, e entrega um rio poluído. Chega. E que prossigamos estudando, afinal, o caminho do desmedido conduz ao palácio da sabedoria, William Blake. É isso.
As pautas, sobretudo as citadas, devem ser privatizadas imediatamente. Quanto ao uso da palavra "Meritocracia" - dita num tom muito airoso diga-se de passagem- fica apenas em discurso quando ele concebe uma Secretaria de Esportes ao filho despreparado do ex-governador Sérgio Cabral, bem como nomeia seu enteado advogado para com o cargo de subprefeito da gestão de Paes. Privatizar atividades de segunda instância e não dar voz para com as básicas pode até gerar votos, mas jamais terá o meu. Partidos como o PMDB e o PT precisam perder força o quanto antes. Um promete uma praia, mas faz uma piscina. Outro, promete uma praia, e entrega um rio poluído. Chega. E que prossigamos estudando, afinal, o caminho do desmedido conduz ao palácio da sabedoria, William Blake. É isso.
Isto é Brasil
O mensaleiro João Paulo Cunha é mais um que cumprirá pena em casa. Sendo assim, o ex-presidente da Câmara dos Deputados integra o grupo de Dirceu e companhia. Adendo: não vejo mais ninguém aplaudindo o antes exemplar Joaquim Barbosa. Em contrapartida, 400 mil argentinos foram para as ruas em prol da marcha do silêncio protestar contra a morte misteriosa do promotor Alberto Nisman. O carnaval deles foi um pouco dissemelhante do nosso.
Pois bem, Dilma não andeja lá tão preocupada com os juros estratosféricos, a inflação em alta e o crescimento zero. A presidente se compilou com o seu marqueteiro João Santana a fim de que sua imagem seja salva. A palavra correta é impeachment. Vendo a atual situação do país me recordo do então Gregório de Matos, conhecido como boca do inferno: "O honesto é pobre, o ocioso triunfa e o incompetente manda". É isso.
Pois bem, Dilma não andeja lá tão preocupada com os juros estratosféricos, a inflação em alta e o crescimento zero. A presidente se compilou com o seu marqueteiro João Santana a fim de que sua imagem seja salva. A palavra correta é impeachment. Vendo a atual situação do país me recordo do então Gregório de Matos, conhecido como boca do inferno: "O honesto é pobre, o ocioso triunfa e o incompetente manda". É isso.
domingo, 15 de fevereiro de 2015
O carnaval e a palavra
Já não vejo mais tanto sentido em ir para os famosos blocos de carnaval cuja a cultura é extremamente pútrida, as pessoas; imbecis em sua grande maioria, e principalmente, não acho plausível o fato de eu me inserir num local em que o tido grau de normalidade é baseado para com o fato de me fantasiar de palhaço. Talvez isso tudo tenha mais nexo para os eleitores do PT. Carnaval definitivamente não faz mais parte da minha conduta. Nesta sexta-feira, tive a oportunidade de concluir isso após voltar de um bloco, e sobretudo, tive a certeza ao perambular por praças cheias de especificidades que marcam o evento em si.
Confesso que num tempo recente eu era aquele personagem presente e atuante nesse período, porém acho que atingi uma certa idade em que outros fatores estão à frente disso: seriedade, estudo, política, planejamento de vida, poemas e a busca infinita por uma mulher com o mínimo de maturidade, e portanto, notoriamente versada. Nada contra os seguidores e apreciadores dessa festa, todavia creio que hoje me apequeno participando desse tipo de coisa. Em suma, elaboro minha consecução com a célebre frase do grande Nelson Rodrigues: O brasileiro é um feriado. O carnaval - ao menos para mim- perdeu a palavra, ou melhor, nunca obteve. Nada como o tempo da poesia que faz da maior riqueza da vida, sim, o eterno presente colhido pela áurea das palavras. É isso.
Daniel Muzitano
Confesso que num tempo recente eu era aquele personagem presente e atuante nesse período, porém acho que atingi uma certa idade em que outros fatores estão à frente disso: seriedade, estudo, política, planejamento de vida, poemas e a busca infinita por uma mulher com o mínimo de maturidade, e portanto, notoriamente versada. Nada contra os seguidores e apreciadores dessa festa, todavia creio que hoje me apequeno participando desse tipo de coisa. Em suma, elaboro minha consecução com a célebre frase do grande Nelson Rodrigues: O brasileiro é um feriado. O carnaval - ao menos para mim- perdeu a palavra, ou melhor, nunca obteve. Nada como o tempo da poesia que faz da maior riqueza da vida, sim, o eterno presente colhido pela áurea das palavras. É isso.
Daniel Muzitano
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
A vingança da Itália
A extradição de Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil, tende a ser útil para a operação lava jato pois o mesmo entraria em delação premiada; e se é profícuo para ajudar a desvendar o maior esquema de corrupção que este país já viu, sim, é extremamente conveniente para o Brasil. Pois bem, mas os italianos devem optar pela não entrega do ladrão em questão, por quê?
Lula, o ex-presidente, quando teve a oportunidade de devolver o italiano Cesare Battisti, um dos maiores terroristas do PAC ( Proletários Armados pelo Comunismo), o petista não apenas segurou esse desgraçado aqui, bem como recebeu o mesmo com honrarias e congratulações. Porém, pensando bem, se eu fosse italiano devolveria o brasileiro sim.
Raciocinemos: quem prejudicou a Itália foi um petista, certo? Se ela, Itália, devolver Pizzolato ao Brasil: quem serão os maiores prejudicados? Os petistas, e principalmente, o responsável por não devolver Battisti. Ou seja, Luis Inácio Lula da Silva. Em suma, a melhor vingança para a Itália seria prejudicar o PT. Vamos botar a cabeça para funcionar caros italianos. Façam a coisa certa. Reflitam o que o país ganhará com apenas uma jogada: terá dado o troco ao PT, beneficiará o Brasil, e convenhamos, estará sendo amável consigo mesmo, afinal, será menos um bandido para o país se preocupar. É isso.
Daniel Muzitano
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Orgulho, a estupidez do brasileiro
O episódio da explosão de ontem na plataforma da Petrobras no Espírito Santo, bem como o 7 x 1 do ano passado em pleno mundial, deixa bastante claro que o nosso futebol é como a empresa citada, ou seja, vivemos uma utopia de algo que eles poderiam ser ao invés de assumirmos o que ambos não foram. Ostentamos uma e outra com extrema jactância por quê? Pois bem, se o Brasil vai mal, sim, o tal do Obama finalmente acertou.
É a primeira vez, depois de cerca de 13 anos, que um presidente dos EUA pede autorização ao congresso para o uso da força militar, porém desta vez contra o Estado Islâmico. Já estava mais do que na hora de um país com extrema perspicácia declarar guerra aos terroristas. Espero que outros países competentes se unam ao exército americano. Dada essa notícia, refleti sobre as nossas forças armadas que não têm estrutura e nem preparo para absolutamente nada; mérito do senhor que depositou seu voto numa presidente que declarou - juntamente com o senhor Papa - que o melhor modo de combater o grupo terrorista mais rico do mundo é mediante o diálogo. E para encerrar: vamos cessar com esse orgulho imbecil, afinal, o tipo mais barato de orgulho é o orgulho nacional; frase de ninguém menos que o filósofo Arthur Schopenhauer. É isso.
Daniel Muzitano
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