sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Pela última vez: Psol não
Esse partido pútrido que sempre adota o discurso de defender minorias( Gays/ mulheres/ negros), sim, é contra a redução da maioridade penal, tem aversão para com a punição rígida no que prima o crime de estupro, e sobretudo, além de gerar vantagens aos direitos humanos para bandidos, ele é a favor da desmilitarização da polícia. Onde está a maestria? Cadê o nexo disso? Parece que o mundo exige que sejamos imbecis.
Pois bem, e um bando de jovens idiotas repetindo esse discurso sem saber do que se trata. Estudem meus filhos. E olha que não falei das drogas que eles são partidários, ou seja, acham o crime uma barbaridade, todavia incentivam uma ferramenta que contribui de modo bastante considerável para com o dilacerar. Ah, você é contra o jovem? Vou deixar um cara mais bem intelectual para responder tal questão: "Eu amo a juventude como tal. O que eu abomino é o jovem idiota, o jovem inepto, que escreve nas paredes "É proibido proibir", e carrega cartazes de Lenin, Mao, Guevara e Fidel, autores de proibições mais brutais". Ah sim, Nelson Rodrigues. É isso.
Daniel Muzitano
O governo da ditatura
Há alguns dias, fiquei petrificado ao ter ciência que o governo brasileiro financia de modo fiel , mediante uma mensalidade próxima de 10 mil reais, a senhora Aleida March, viúva do então Che Guevara. Por que motivo a mesma adquiriu o benefício? Por mais que ele tenha sido um ditador, Ernesto é uma espécie de conduta de elo protótipo acima de todos os preceitos segundo o PT. Estamos com risco de ficarmos sem luz, água, e sobretudo, presenciando todas as mazelas estabelecidas pelo PT. Em contrapartida, Dilma e sua cúpula investem maciçamente em portos cubanos, trabalho escravo (Mais médicos) e na viúva de um assassino.
Pois bem, como somatório ao fato, soube por agora que Nicolás Maduro, pasmem, tem autorização para matar qualquer um que simplesmente se oponha ao mesmo na sua "democrática" Venezuela. É outro amiguinho ditador de Dilma, a ex-dirigente da var-palmares, que também é íntima de Morales, Cristina Kirchner, Castro e outros que acham de todo plausível uma ditadurazinha. Devo admitir que o foro de São Paulo venceu, e, ao menos neste país, cerca de 53 ou 54 milhões de pessoas disseram sim para esse genocídio, essa falta de decoro, em suma, essa quadrilha. A minha parte eu faço. Em suma, concluo com o Brecht: "O que não sabe é um ignorante, mas o que sabe e não diz nada é um criminoso". É isso.
Daniel Muzitano
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Como deixar de ocupar a liderança no ranking de homicídios?
Muito me enternece a desfaçatez da senhora Dilma se compararmos sua fala nos períodos de pré e pós-eleição, todavia o que me deixa mais prostrado não implica tão somente na graúda possibilidade de termos um dos piores anos deste solo verde e amarelo, mas sim na perspectiva do número de homicídios - que infelizmente já ocupa a liderança no ranking mundial - crescer cada vez mais.
Pois bem, o tráfico, seja lá de armas ou de drogas, encomia de modo demasiado significante para com essa triste realidade cujo o país vivencia. Como medida imediata, seria mais que louvável uma rigidez no que tange ao combate nas fronteiras. E de que modo isso poderia ocorrer? Com uma polícia mais bem preparada evidentemente.
Medidas que elevariam o nível da PM: treinamento semanal de tiros, política para que os profissionais sejam submetidos a um tratamento psicológico, exclusão de policiais(salvo as exceções de inteligência) que estejam acima do peso depois de os mesmos terem passado por acompanhamento nutricional, salário digno, e sobretudo, pena de morte para o policial que comprovadamente for adepto de atos corruptos. E assim nasceria uma polícia mais bem capacitada. E quem colocará isso como pauta? O super- homem de Nietzsche, ou seja, alguém que estaria a fim de ir além de sua própria capacidade enquanto indivíduo. É isso.
Daniel Muzitano
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Avião não é pizza
A notícia da morte de Eduardo Campos, ex-líder do PSB, voltou à tona de um modo um tanto quanto esfíngico. Até o prezado instante não sabemos sobre a caixa-preta, tampouco quem era o dono do jatinho. E o mistério sobre a segunda pauta só esboça e aumenta a probabilidade de o mesmo compor uma espécie de caixa dois. Ontem, muito se falou sobre a falta de experiência do piloto do ex-presidenciável. Sigamos.
Se por um lado não temos informações concretas sobre o jatinho, por outro sabemos que Campos foi ex-ministro do governo Lula, líder de um partido que integra o foro de São Paulo ( programa que dá vida ao tráfico de drogas, de armas, e sobretudo, que visa uma ditadura da esquerda), teve o seu nome citado no petrolão, e principalmente, sua mamãe ajudou alguns mensaleiros condenados mediante regalias.
Pois bem, vale recordar que Marina Silva, sua sucessora, deveria ter ido para aquele avião, ou seja, morreriam os dois. Vale uma reflexão sobre o cenário da época: Aécio Neves, Campos e os demais lutavam antes de tudo contra a vitória de Dilma no primeiro turno. A morte de Campos e de Marina Silva extirparia o PSB posto que o mesmo não teria um terceiro nome, e por corolário, provavelmente Dilma venceria ainda na primeira fase da eleição.
Ah, você desconfia que tenha sido assassinato? Tudo aponta para isso. Estranho seria alguém não considerar essa hipótese tendo em vista toda essa omissão até aqui sobre o ocorrido. Ressalto que eu não gostava do Campos por tudo que relatei no segundo parágrafo, mas isso não pode acabar assim, ou seja, em pizza.
Para concluir: o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) informou que o piloto não tinha experiência para aquele tipo de avião, mas desconsiderou o fato de que o jatinho estava a uma velocidade de 600 km/h, e sobretudo, que o piloto em questão conseguiu desviar de todas as casas, portanto, caindo num lugar sem atingir nada. Aqui entre nós: o presidenciável iria contratar alguém sem experiência? A mentira é o único privilégio do homem sobre todos os outros animais, Dostoiévski. Aí tem PT. É isso.
Daniel Muzitano
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Vocês odeiam ler
"O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo"; essa frase foi dita há mais de cem anos pelo então escritor Honoré de Balzac. Pois bem, hoje o Michel Temer, vice-presidente deste vil país, disse que a mudança trabalhista a qual Dilma tanto pregou no período eleitoral que jamais ocorreria, sim, foi pensada antes da eleição. Ou seja, é mais uma medida mentirosa e esmiuçada que compõe a certeza de estarmos diante do maior estelionato que o Brasil presenciou.
Noto, e digo seguido de um "infelizmente", que o eleitorado petista sumiu nos inibindo a formulação de uma controvérsia a fim de entendermos melhor o que se passa com o Brasil. Tendo como somatório ao utópico debate, escutei a seguinte frase do meu irmão de 7 anos: "Eu odeio ler". Bom, o ex-presidente Lula já declarou a mesma coisa que a criança citada. Seria o caçula um futuro presidente?
Para concluir: a Venezuela, um país extremamente ditatorial, em tese desde o período Chávez tinha tudo para ser uma potência se levarmos em consideração o fato de que a mesma fez e faz parte da OPEP(Organização dos países exportadores de petróleo). Por que uma França, país que não exporta petróleo, está mais bem qualificada que uma Venezuela? A verdadeira riqueza não está numa pedra preciosa ou no petróleo, mas sim em um bom livro. Estamos, bem como o país de Maduro, aquém de todos os países mais bem educados do mundo. Vocês odeiam ler. É isso.
Texto adicional para a postagem:
A esquerda que me aguarde
Este domingo está sendo bem proveitoso no que tange o meu semblante introspectivo. Tem sido algo amiúde eu cogitar a hipótese de sair do Brasil na primeira oportunidade por tudo que o PT, Psol e afins estão exercendo dentro do mesmo, no entanto é demasiado provável que eu me arrependesse por julgar num porvir que o meu ato foi um tanto covarde e confortável. Pensando nisso, roboro cada vez mais a ideia de ingressar uma carreira política, quiçá como deputado em 2018.
Toda vez que leio os jornais e revistas fico indignado para com o direcionamento que o país está rumando. Ainda não pensei em partido e outros aspectos, todavia a ideia se exacerba. Alguém precisa fazer alguma coisa contra essas máfias que aí estão no poder. Minha bandeira dará voz para com ideais de direita, e sobretudo, realçará a meritocracia; palavra essa tão ferida no congresso. Eu sou Daniel Muzitano. Me aguardem. Meu lema? "Nunca é alto o preço a pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo", Nietzsche. É isso. Obrigado a todos pela atenção. (25/01/2015)
Daniel Muzitano
Daniel Muzitano
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Brasil, onde o erro é acerto
É preocupante, eu diria até alarmante o que muitos elaboram como ensino dentro das escolas e universidades deste país demasiadamente pobre em matéria de saber. Nesta tarde um tanto quanto aprazível, pude destinar meu tempo para tentar compreender o que se passa com o horrendo ensino concebido no Brasil. Pois bem, um fator importante para prologarmos nosso texto tem como destino o fato de os professores ignorarem o desenvolvimento de suas disciplinas a fim de empobrecerem seus alunos enquanto possíveis seres pensantes. De que modo?
Os professores, por exemplo um de português, ensinam hoje em dia não a matéria, e sim o fato de que usar expressões na fala como: "Nós saem" ou "Nós vai" não implica por sua vez num erro, apenas foge da tida norma culta. A gramática está perdendo espaço para o ato do diálogo. Um sujeito que fala incorretamente não é inserido na norma culta, mas sim os equívocos dele é que na verdade vêm sendo apontados como a principal referência. E por que isso ocorre?
Muitos doutores, mestres ou apenas graduados estabelecem isso nas instituições, em partidos políticos e por aí vai. Rememoro por agora uma fulana tida como Patrícia Secco que modificou um livro do Machado de Assis, e que reafirma a minha abordagem até aqui. Podemos citar também a imbecilidade da petista Marilena Chauí que incentiva um padrão de linguagem completamente equivocado utilizado pelas classes baixas e que exacerba cada vez mais a estupidez. Marcos Bagno, outro idiota e não menos imbecil, entra para compor o time dos que idolatram o nivelamento por baixo. Em suma, um aluno com discurso revolucionário ultrapassa outro com uma retórica mais bem fundamentada.
Portanto, nota-se com isso que os espaços acadêmicos estão sendo esfacelados. E por que razão ninguém combate? Por um simples motivo: o ser humano que possui a audácia e a afoiteza para inculpar esse tipo de comportamento é rotulado de preconceituoso. Pois é, chegamos ao ponto de tratarmos um sujeito que ensina a norma culta como preconceituoso. Resultado: possuímos uma das piores educações do mundo. Citei três nomes que em tese "defendem" o pobre se dizendo igual a tais, e sobretudo, dando como troca muito pouco. O que fez a senhora Dilma no período eleitoral? Pois é, que coincidência.
Daniel Muzitano
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
De olho em tudo
Pátria educadora?
Em sua posse, a presidente disse ao povo deste infame país: "Minha prioridade é a educação. O lema do segundo mandato será: Brasil, pátria educadora". Resultado: a mesma, uma semana após essa declaração, preludiou um corte de 7 bilhões para a área, bem como tivemos a informação que o Brasil possui ao menos 13 milhões de analfabetos e um ministro sem um projeto consistente, espesso. Entendo que poucos escreverão sobre o assunto, afinal, de 3 milhões e 200 mil candidatos, sim, 500 mil zeraram a redação do Enem. O PT refocila uma antiga frase do épico e inteligível Charles Baudelaire: "Manejar sabiamente uma língua é praticar uma espécie de feitiçaria evocatória". Pátria educadora? É isso. (15/01/2015)
A presidente da droga e do homicídio
Mediante o foro de São Paulo, a presidente deste vil país é ligada ao grupo das Farc, bem como tem vínculo com outros que vivem e sobrevivem das drogas. Em seu governo, o Brasil assumiu a liderança dentre os países que mais consomem crack, assim como também a vice-liderança no consumo de cocaína. Alguém consegue citar uma medida consistente que a presidente pontificou no combate para com as drogas?
Pois bem, preludiei isso tudo a fim de deixar claro que não me causa assombro algum a presidente defender o traficante brasileiro preso na Indonésia com 13 kg de cocaína. Segundo o relatório da ONU, a cada 100 assassinatos no mundo, pasmem, 13 são cometidos aqui. O que isso significa? Lideramos o ranking mundial de homicídios com cerca de 64 mil por ano. E sim, a idiota está preocupada com um traficante. Se fizermos o conluio entre a venda de drogas e a violência, é, acho que isso explica muita coisa. A Indonésia, país que executará o brasileiro, não aparece com destaque no ranking dos homicídios. Deve ser uma simples coincidência. É, e ela foi reeleita. É como dizia Dostoiévski: "Às vezes o homem prefere o sofrimento à paixão". É isso. (17/01/2015)
Esquenta, a punheta de pau mole do Psol
Tive hoje o desprazimento de me deparar - e o mérito foi da minha mãe - com o pífio programa do esquenta que passa na Rede Globo. Pois bem, no instante que vi essa boçalidade pude observar o Toni Garrido, vocalista da banda Cidade Negra, adotar aquele discurso ridículo de pobre coitado, negro, e que por sua vez sofre discriminação. O programa em questão implementa horas e horas para com a intenção de fazer do cidadão negro um personagem que padece, é injustiçado e por aí vai.
Há quanto tempo a banda em questão está na estrada? O tal do Toni Garrido tem que parar com hipocrisia e assumir que é rico há anos, em vez disso, e para não perder regalia e espaço, todo negro que vai ao programa tem que aderir ao roteiro. Fiquei imaginando que o programa da Regina Casé serve de punheta para os eleitores do Psol, afinal, o partido em questão adora esta coisa de separar branco de negro, homo de hétero, homem de mulher e etc. É inadmissível um partido gritar que defende este ou aquele grupo, quando na verdade só está separando o mesmo dos demais. O truque é velho, todavia há um grande público que porfia em cair. Resumindo: esquenta, a punheta de pau mole do Psol. "Uma atividade sem limites acaba em bancarrota", Goethe. É isso. (18/01/2015)
Daniel Muzitano
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