segunda-feira, 7 de novembro de 2016

O tema do Enem 2016

Não há justificativa para uma perfunctória carência de interdisciplinaridade no tema do Enem deste ano. Portanto, a intolerância religiosa. Dentre tantas pautas que poderiam ser trabalhadas, pois bem, terrorismo, educação, política, etimologia, família, aborto, homossexualismo, filosofia, drogas, criminalidade: toda a influência da religião em opiniões e temas alheios. Indubitavelmente tantos são os fatos que estão atrelados ao tema da intolerância religiosa. Particularmente, se aluno fosse decerto estabeleceria um paralelo entre países religiosos e não religiosos por meio de dados inserindo todos esses assuntos ao tema com o acréscimo da etimologia. Todavia, poucos - senão ninguém - estão aptos a esse tipo de abordagem.
Outra ideia seria mostrar como o comunismo contribui para a intolerância religiosa citando, por exemplo, as ocupações em escolas que são, em sua maioria, formuladas por ateus uma vez que a esquerda execra a religião por haver ordem e decência nela contidas. Em suma, nem os que tirarão mil farão uma redação opulente a tal ponto. Aliás, é um tanto questionável a grade do Enem, bem como as notas concebidas a alunos. Por fim, devemos ser toleráveis até certo ponto, pois não havendo nem um grau de intolerância a consequência seria outros grupos como o Estado Islâmico que, como se sabe, não existiria houvesse um nível considerável de intolerância. A liberdade religiosa, assim como tudo, tem que possuir um limite. Os fins não justificam os meios. Encerro aqui.

Daniel Muzitano

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Àqueles que insistem em ser fracos

Notei por estes dias que estive a desmantelar, e isto num processo propínquo, muitas relações por julgá-las paupérrimas em todos os sentidos. Grosso modo, fiquei petrificado com a falta de incremento de pessoas que estão empenhadas a seguir o mais elevado grau de despautério. Me refiro a ex-amigos, ex- conhecidos, ex-namoradas e/ou mulheres que felizmente ou infelizmente não duraram mais que uma ou duas semanas na minha célebre vida. Dentre algumas razões, enumerá-lo-ei as que me chamam mais atenção.
Em suma, vejo mentes vazias que ficaram estagnadas por mais de dez anos com hábitos infantis como, por exemplo, consumir romances de adolescente, filmes completamente retardados, músicas como Ivete e Catra, e, em especial, o Porta dos Fundos no mesmo instante que tais pessoas integram ou querem fazer parte do clube socialista do Leblon. Em contrapartida, de igual estultice enxergo papagaios imbecis que vivem a reproduzir frases prontas ditas por artistas do Leblon ou professores comunistas. Contudo, esses papagaios nunca leram um livro de economia, e, vale o adendo, são incapazes de entender um texto de natureza mais complexa.
Não menos vexatório, resta uma meia dúzia inteligente. Porém, extremamente omissa ao passo que tem medo de perder certas amizades e/ou quaisquer benefícios. Por isso tudo, futuras gerações tendem a ser uma MPB irrisória e sem crítica, tal como uma ocupação sem fundamento em escolas. Isso sem contar a geração do Pedro Segundo que comporta a minha idade defendendo ideologias de gênero. Por fim, poucos são aptos a uma conversa inteligente. Poucos podem ser classificados sequer de gente. Estamos formando caçadores de Pokémon campeões mundiais da punheta de pau mole. Perante esse execrável cenário, pois é, não vejo outro modo de encerrar senão fazendo menção a Bukowski: "Nunca me senti só. Gosto de estar comigo mesmo. Sou a melhor forma de entretenimento que posso encontrar". Ainda irei provar ter um grau de parentesco com o Bukowski. Bom dia.

Daniel Muzitano

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O mal que Gil fez à cultura

A cultura de Macunaíma, a idolatria por um herói, a segmentação de grupos, a falta de senso crítico, a execrável ausência de originalidade, a uniformização de pensamento: todas essas necedades formam o escopo literário-cultural do brasileiro, e, sobretudo, são solevantadas pela MPB que, tendo Gil, Chico e Caetano à frente, se tornou uma ideologia que determina o que faz ou não sucesso mediante parcerias diversas com governos espúrios como, por exemplo, o do PT. Vamos explicar que a MPB não é um gênero. Para tanto, isso é exemplificado pelo fato de o Nando Reis, a Adriana Calcanhoto, o Frejat, a Pitty, o Gonzaguinha, o Dominguinhos, o Emicida, a Rita Lee, o Cartola e tantos outros de estilos completamente divergentes, sim, serem classificados como MPB. É aí que mora a ditadura de pensamento e as especificidades supracitadas.
Resolvi abordar hoje esse tema de modo que a Jovem Pan nos fez saber que o Gil - aquela múmia que idolatra os hospitais públicos do PT e que fala mal da gestão tucana em São Paulo - está internado num hospital particular, pasmem, em São Paulo. Ademais, Chico Buarque vai para a França; espera-se, portanto, críticas de minha parte haja vista que o país europeu é extremamente avesso para com políticas adotadas por Freixo. Ou seja, candidato cujo Chico defende com unhas e dentes. Esses são fatos que aclaram o quão canalhas são esses personagens. Não podemos ter pena do Gil enquanto falece aos poucos numa clínica que ele é contra no discurso. Entretanto, adepto na prática. Gil é nocivo à cultura e ao país.
E se por acaso vier a morrer em breve - tudo aponta para isso - sofrerá críticas de minha parte. Não transformo mau-caráter em herói. Gil matou muita gente se considerarmos que o "cantor" é um formador de opinião. O dia em que Gil perecer, pois bem, escrevê-lo-ei que a hipocrisia foi a causadora de sua morte. Lembrando para o fato de que só está vivo por ter sido levado a um hospital particular. Mas ele é caudatário das não privatizações. Gil, tua vida hoje é uma contradição e tanto. Se depender de minha torcida, pois é, nunca mais ouviremos aquelas tuas músicas pau molengas. A MPB precisa morrer, e, junto a ela, essa estupidez que consiste em raciocínio único. Gil, o inferno te espera. No céu não há palco para pessoas como você. É isso.

Daniel Muzitano

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

O Cachambi tem tudo para ser o reduto mais anticomunista do mundo

Acabo de testemunhar uma foto no Cachambeer - restaurante por sua vez tradicional do bairro que moro há quase 15 anos - cujo senhor Marcelo Freixo nela se faz. Dito isso, terei a audácia de redigir acerca desse bairro irrefragável que, apesar de o Freixo nele ter almoçado neste último domingo, tem tudo para ser um valhacouto anticomunista. Oriundo do tupi, o bairro aludido apresenta o sentido de mata verde sendo formado por ka'a (mata) + oby (verde). O nome é resultado do que ele fora de há muito. Sem mais delongas, pois bem, Freixo obteve 15,27% dos votos cá e adjacências no primeiro turno. Crivella, 43,13%. Por mais que haja uma distância significativa, sim, é terrífico termos ciência de que o psol obteve o segundo lugar, por quê?
Malgrado bares que muito aprecio, peladas de toda sorte e mulheres belas que aqui residem, decerto somos constituídos por dois problemas que, numa pútrida gestão de Freixo, indubitavelmente piorariam. Assim sendo, um é indiretamente atrelado a outro. Não faltam relatos de furtos aqui e em nossos arredores. E todos nós temos noção de que o Freixo é o pai do apoio à criminalidade. Além disso, Freixo é adepto de aumentos de serviços públicos. Ou seja, a falta de vida noturna que contribui e muito para assaltos, não tenham dúvida, seguiria em curso caso não chegasse até a mudar para pior com esse sujo vencendo. Em contrapartida, os maconheiros daqui - e não são poucos - optam pelo comunista em questão.
Por fim, por que razão disse que temos tudo para sermos um reduto anticomunista? Por mais que tenhamos doutrinações em escolas e aspectos afins, de fato, penso que há dois fatores nesse maravilhoso bairro que nos fazem crer nisso. O primeiro fator está baseado em sermos um bairro de família tradicional e religiosa. Já o segundo integra como preceito de que foi esse incrível lugar que dilacerou aquele maldito casal de comunistas na década de 30. Logo, Prestes e Olga. Que estejam queimando no inferno. A nossa "mata verde", além desse marco ímpar e memorável, compõe uma história repleta de alacridade e decência. Por corolário, não podemos manchá-la. Por mais que haja problemas, pois é, a nossa tradição é quiçá a mais bem rica. Pela honra e pela nossa história, sim, é nosso dever dizer não a Marcelo Freixo. E viva o Cachambi. Para findar: não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal (FREIXO). Amém. Muito obrigado.

Daniel Muzitano

domingo, 16 de outubro de 2016

De onde vêm as palavras CALAMIDADE e PAUTA?


Sendo um contínuo leitor de Nietzsche, pois bem, sigo o preclaro de modo a reluzir a superação como núcleo de vida. Assim sendo, vamos a étimos. A palavra "Calamidade" nasceu da queda de granizos que atingia os trigais. Isso porque a haste do trigo tem o nome de cálamo advindo dantes do grego kálamo. Em suma, a tempestade de granizos destruía os cálamos. Por conseguinte, não havia colheita. Portanto, resulta daí o sentido de calamidade.
Quanto à "Pauta", surgira de pactum. Logo, um particípio que significa acordado ou fixado. A forma em questão provém de uma raiz indo-europeia chamada de pag. Esse termo conhecido como pag era um marco de pedra ou madeira que nos fazia saber o limite de uma nação. Não havendo essa marcação, sim, era necessário um acordo. O curioso é que o vocábulo paz também é oriundo de pag. Ou seja, só há paz entre os países quando ninguém ultrapassa o marco do outro. Por fim, não à toa a palavra página tem como abreviação "pag" a fim de também marcar uma parte do livro. Em resumo, pauta, paz e página são resultados do termo acordo que comporta a lógica de marcação. Bom dia.

Daniel Muzitano

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Entrevista para a Katiuscia Vasconcellos sobre alfabetização

1- Existe diferença entre alfabetização e letramento?

Creio que uma seja inferência da outra. Assim sendo, uma criança apenas alfabetizada é capaz de usufruir as habilidades de ler e escrever. Já uma letrada – além de saber ler e escrever – comporta consigo a perspicácia de exercer isso de um modo apropriado. Por exemplo, é apta a interpretar textos diferentes sem dificuldade para tanto.

2- Qual o seu método utilizado para alfabetização?

Creio que o docente, sobretudo nesse particular, deva ser dinâmico. A meu ver, a utilização de músicas infantis é importante. Ademais, brincadeiras como a forca a fim de estimular a separação de sílabas de modo a coadunar questões sonoras. Julgo crucial que a leitura e o uso de certos livros para a idade nos fazem crer que são elementos irrevogáveis para a questão, bem como a associação de imagens a palavras. Por fim, tudo isso incluindo desde sempre a etimologia que, de um modo cuidadoso, deve compor também a alfabetização.  

3- Como você avalia o método da cartilha?

Atrasado. Não à toa somos uma tragédia no âmbito educacional de há muito porque estamos restritos a 10% da minha resposta anterior. Paulo Freire é um fracasso. Aliás, o Brasil anda esquecendo um pouco de questões mais importantes, pois certos professores se preocupam em formar ideologias. Portanto, não estamos fabricando homens.

4- Em que idade tem início a alfabetização do aluno?

Devemos estar atentos a partir do instante em que a criança começa a falar.

5- A alfabetização se aplica somente na sala de aula ou se dá também fora dela? Por quê? E como?

Acho que de igual fora dela. Temos que unir os pais dentro desse processo importantíssimo porque a criança passa a enunciar as primeiras palavras bem antes. Acho que as instituições competentes – e o setor privado deveria substituir o público – deveriam antever. Ou seja, orientar os pais promulgando um programa antes mesmo de a criança entrar em uma creche. Aliás, melhor seria um profissional seguindo o método supracitado na segunda pergunta desde a primeira palavra.

6- Qual o exercício mais utilizado na alfabetização?

Pela maioria acho que a associação de imagens a palavras. Todavia, acho que integrar todos os exercícios ao fator etimológico deveria ser o mais utilizado. Queria deixar claro aqui que é um absurdo total um sujeito com 18 anos de idade nunca ter tido contato algum com etimologia. Isso hoje é a nossa pútrida realidade.

7- De que modo se avalia se o aluno está ou não alfabetizado?


Com testes e acompanhamento individual com o intuito de acompanhar o ritmo de cada um. A Escola da Ponte, por exemplo, exerce isso. Mas há falhas nesse projeto apesar de eu reconhecê-lo como algo até relevante. Por fim, a formação é eterna. Logo, não dá para ter todo esse trabalho para que depois fiquemos à deriva com doutrinações e ideologia de gênero. Muito obrigado. 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

O pobre não vota no Freixo

Seguido de Tijuca, Maracanã, Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico e Lagoa, pasmem, o bairro de Laranjeiras foi responsável pelo melhor desempenho de Marcelo Freixo. Logo, todos os supracitados são locais de luxo. Destarte, por que razão a classe pobre não vota em Marcelo Freixo? Sou da lógica de que o pobre em si - pelo menos o carioca- é conservador de modo a seguir os valores familiares, e, de igual, ser religioso e não encomiar a figura do bandido uma vez que responsabiliza marginais pelos maiores problemas da cidade. Aliás, ninguém melhor do que o pobre - ele convive com a bandidagem por questões geográficas - para rejeitar barbáries cometidas por criminosos. E esse menosprezo implica não votar em um comunista farisaísta que trata o ladrão como vítima.
Em contrapartida, virou febre dentre os ricos simular importância a pobres de toda sorte, e, sobretudo, integrar o grupo pestilencial dos comunistas de iphone. Esse segmento é composto por artistas que mamam nas tetas do dinheiro público, maconheiros mauricinhos, mulheres que se julgam descoladas por ter dinheiro e pintar o cabelo de verde: todos os vagabundos que querem seguir ricos sem o mérito do trabalho. Assim sendo, nenhum empresário vota em Marcelo Freixo haja vista que o PSOL é contra a privatização e o lucro. O modelo referencial dessa sigla podre é a Venezuela como nos faz saber o próprio site do partido. Em suma, a Venezuela hoje é uma ditadura que formula miséria levando em conta que possui hoje a maior inflação do mundo.
Por fim, ser comunista na zona sul vivendo um mundo à parte repleto de luxo é demasiado fácil. Esse povinho não é comunista morando na Venezuela, em Cuba, ou, para nos aproximarmos, em Bangu. Do grego HYPOKHRINESTHAI, hipocrisia seria representar um papel. Hypós tem o sentido de abaixo. KRINEIN, escolher. O Kant, hoje um pensador que pouco gosto, tinha uma frase reluzente: "Não somos ricos por aquilo que possuímos, e sim por aquilo que conseguimos fazer sem possuir". Quem gosta de bandido, não, não pensa no pobre. E ninguém melhor do que o próprio para responder àquele que diz lutar pelos que mais precisam. Ou seja, o estulto e cínico Marcelo Freixo. Será enriquecedor vê-lo perder porque os pobres , inteligentemente, não o querem. O Freixo é a desordem. Compartilhem. É isso.

Daniel Muzitano