domingo, 11 de setembro de 2016

"PARALÍMPICO" e "PARALIMPÍADA" não existem.

Malgrado muitos porfiam em enunciar "Paralímpico", mas jazo cá com o bom e velho "Paraolímpico" uma vez que é pueril e nocivo à gramática tal substituição. A palavra "Olimpíada" surgiu de "Olímpia", região grega cujos jogos lá eram realizados em 776 AC. À época houvera a questão dos deuses olimpos etc. Com a justificativa de padronizar o vocábulo, pois bem, o comitê paraolímpico resolveu tirar o "O" de modo a enaltecer a forma estadunidense "Paralympic", e, bem como uniformizar também o termo pelo fato de os outros países que falam português também preferirem a extirpação do "O".
Presente em Olimpo, Olímpia e "Olimpíada", pasmem, não há nexo na exclusão do "O". Não está satisfeito? Vamos lá. Dentre tantos sentidos, o "PARA" - existente em PARAOLIMPÍADA - significa "Apto a" ou "Com o intuito de". Ou seja, "Paraolímpico" ou "Paraolimpíada" tem por lógica "APTO A OLIMPÍADAS"(mesmo havendo deficiência por parte dos atletas) e/ou "COM O INTUITO DE OLIMPÍADAS"(com a mesma importância dos jogos olímpicos de atletas sem deficiência). Assim sendo, se tirarmos o "O" teríamos "APTO A LIMPÍADAS". E a palavra em questão não existe. Por fim, etimologicamente e coerentemente quem adota essa mudança é, no mínimo, um idiota. Entenderam? Mas o comitê mudou. Foda-se ele. A mudança é resultado do uso natural. Para tanto, pois bem, uma imposição de um comitê deve ser menosprezada. Seguirei com "PARAOLÍMPICO" e "PARAOLIMPÍADA". Boa noite.

Daniel Muzitano

terça-feira, 23 de agosto de 2016

A gente não aprende

Malgrado um exíguo brilho haver, creio que o brasileiro definitivamente integra uma corja de pascácios. E digo isso uma vez que me deparo com a senhorita Luciana Genro, candidata à presidência em 2014 pelo Psol, liderando a corrida à prefeitura de Porto Alegre. Do mesmo modo, pois bem, Freixo transita em segundo lugar onde cá estou. Depois de mais de três mandatos do PT, pasmem, ver uma sigla como a do Psol crescendo é insultar o meu cérebro. Como o Freixo é um alvo amiúde deste que vos fala, sim, hoje é a vez da ditadora Luciana Genro.
De súbito, a dita-cuja apoiou desde sempre as ditaduras cubana e venezuelana. Vale rememorar que a Venezuela - nome oriundo de Veneza por outrora compilar especificidades paisagísticas semelhantes - está à míngua tendo hoje a maior inflação no mundo. Por igual, Luciana é ex-petista, presta elogios ao PT até hoje, declarou apoio à Dilma em 2014 no segundo turno, segmenta grupos (algo que Hitler fazia), é a favor de drogas, justifica crimes desde que cometidos por negros, não incentiva a abertura de mercado: tudo faz crer que será um novo PT.
Mas os gaúchos, bem como os cariocas, não conseguem vislumbrar o óbvio. Nós não aprendemos nada. Em suma, o brasileiro merece mesmo é viver como o venezuelano hoje. Por fim, e ao som de Mahler - com o magno perdão aos incultos - citá-lo-ei Vargas Llosa: "O paraíso não é igual para todos". É isso.
Daniel Muzitano

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Mais etimologia (As Origens de LARÁPIO e BREGA)

Estava por agora a ouvir uma elogiável canção do Lobão em que Lula, à época do mensalão, teve primazia na crítica do cantor. Pois bem, lá pelas tantas ouço um termo trivial cuja origem eu desconhecera. Trata-se do célebre "LARÁPIO". Ou seja, ladrão. Tudo a ver com o ex-presidente diga-se. Segundo a etimologia, na Roma Antiga havia um juiz chamado Lucius Antonius Rufus Appius. Esse senhor vendia sentenças e era tido com um dos maiores corruptos naquele tempo. A minuciosidade está no fato de que ele abreviava o seu nome para L.A.R. APPIUS. Dessa feita, pois bem, surgiu o hoje "LARÁPIO".


Seguindo meu desfastio, resolvi também escrever acerca de uma palavra que eu já tenho ciência. Portanto, "BREGA". Conta-se que havia um bar no Rio de Janeiro chamado Nóbrega. Esse lugar começou a virar um local decadente, e, sabe-se lá o porquê, a palavra perdeu esse "NO". Por conseguinte, o estabelecimento passou a ser frequentado por hippies. Como os hippies estavam fora de moda neste tempo, sim, o significado de BREGA foi ao encontro do fato de o hippie ter sido um grupo atrasado aos padrões já naquele período. Para fechar, o pior de tudo é ser LARÁPIO e BREGA. Essa postagem é uma homenagem ao ex-presidente Lula que, caso tenha aprendido a ler, saberá sua verdadeira etimologia.
Daniel Muzitano

terça-feira, 9 de agosto de 2016

O Nosso Rosto

Decerto não assisto, tampouco tenho ciência acerca de Rafaela Silva. Além do mais - sejamos sinceros - não fosse o ouro conquistado pela dita-cuja, pois bem, ninguém saberia de quem se trata. Antes de entrarmos no assunto, faz-se opulente irmos ao encontro etimológico do termo Judô. Do japonês, "JU" significa suavidade ou gentileza. "DO", arte ou caminho. Em suma, seria a arte ou caminho para termos uma vida tranquila, equilibrada, e, levando em conta o esporte em si, uma vida em que respeitemos - sobretudo no esporte - os nossos concorrentes. Sigamos.
Assim como tantos outros, Rafaela nasceu negra, pobre e blá-blá-blá. Em especial no Brasil, tais especificidades serviriam de desculpa para um possível fracasso haja vista o fato de que adoramos roborar qualquer tipo de vitimização. Chegamos ao execrável ponto, e cabe um "Até" no meio do raciocínio, de justificar mortes devido a isso. Por meio da disciplina que adotou no exército, Rafaela, diferentemente de muitos, foi à luta com foco. A judoca é mais um exemplo de que quem quer, sim, vence e pronto. A meritocracia deve ser a auriflama de todo país decente.
Dado o exposto, a Rafaela deveria ser o rosto de nosso país. Como havia dito, até ontem nunca tinha ouvido falar a respeito da atleta. No entanto, já merece meus aplausos e o meu respeito - não tanto pelo ouro - e sim por ser uma mulher que não se vitimou e nem alimentou tergiversações pacóvias de toda sorte perante a vida. Se compararmos com o seu comportamento, sim, o ouro de nada interessa. Parabéns.
Daniel Muzitano

terça-feira, 19 de julho de 2016

Como alguém assim pode ser deputado?

Sem mais delongas, estava à espera de um posicionamento dos que defendem os bandidos no que diz respeito ao caso da menina de 7 anos que perdera a mãe porque assim decidiu um delinquente. Assim sendo, o estúpido Jean Wyllys compartilhou um texto acerca do episódio. Segundo o deputado(a), estamos imersos no mar da criminalidade porque os ricos, vejam vocês, não se preocupam com os pobres, e sim com suas próprias vidas. Entenderam? A culpa não é do bandido, tampouco de nossos traços culturais ou dos que defendem marginais de toda sorte. De acordo com o dito-cujo, se o rico se importar mais, pois bem, a criminalidade será findada.
Ademais, nenhuma palavra sequer sobre fatores que cercam a pauta em questão como, por exemplo, a proibição da posse de armas, o uso veemente das drogas, Macunaíma, funk como gênero cultural, a demonização do policial, punição aos bandidos etc. Aliás, "Jeanta" e a cúpula do Psol estão de acordo com todos os assuntos que acentuam o caos cá instalado. O rico, sempre demonizado apenas por ser rico, não pode mais focar sua vida em seus filhos, sua carreira e sua vida pessoal. Por agora, ele é o culpado ainda que boa parte da classe tenha aversão ao Estado totalitário e perdulário; logo, naturalmente, discórdia para o que vem de há muito sendo implementado. É difícil demais.
Daniel Muzitano

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Ainda sobre a eleição para a prefeitura do Rio

Dívidas de sobejo, praias nauseabundas, mais de 10 mil registros de crimes cometidos por menores, um dos maiores consumidores de maconha e cocaína, produção de miniputas, cultura enfadonha e mendicante: tudo isso reflete bem o que é o contumaz e burro Rio de Janeiro. Cidade cujas pessoas porfiam em chamá-la de maravilhosa. Perante esse cenário tétrico, sim, ainda tenho o desprazimento de saber que hoje ocorrerão os lançamentos das pré-candidaturas de Freixo e Jandira à prefeitura. Prestem atenção nos problemas que temos hoje e nesses dois personagens.
Com relação às dívidas do Estado? Freixo declarou apoio ao PT. Jandira, ao PMDB e ao PT. Estamos imersos nesse mar de merda por responsabilidade das siglas em questão. Aliás, o Rio afundou até mais pelo PT considerando o fato de o lugar ser refém da Petrobras. Quanto às praias sujas, assim estão por total abandono do Estado que ignorou de há muito a pauta. Somos um dos que mais consomem drogas ilícitas mundo afora. Freixo e Jandira são a favor do consumo. A produção de meninas vagabundas é indissociável ao funk e a tantos outros costumes hoje batizados de cultura. Dado o exposto, vale lembrar que o senhor Freixo foi o autor da norma que decreta o gênero aludido como cultura. Já a Jandira, não menos idiota, comporta suma concórdia.
Não basta muito senão alguns minutos para concluirmos que estaremos à míngua e/ou à deriva caso um dos dois vença. Essas duas antas não só colaboraram para o cenário atual, bem como irão insistir com políticas similares quiçá piores que as adotadas até aqui. Fiz um esforço e entendi por que os candidatos só possuem força em um lugar como o Rio. É preciso fumar muita maconha e cheirar muito pó para tratá-los como intelectuais de modo a levá-los a sério. Só putas, drogados, incultos e bandidos de toda sorte votam em duas merdas desse naipe. Evidentemente, lutarei todos os dias para que esses lixos levem uma surra nas urnas. Destarte, encerro aqui.

Daniel Muzitano

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Henry Miller, a mesóclise e o meu ódio

De há muito creio que não lia nada a respeito do escritor Henry Miller. Outrora citava um pensamento feérico no qual me fez refletir por agora um pouco acerca de certas opiniões da classe artística brasileira. Segundo o dito-cujo, se não há possibilidade de fazermos as palavras treparem, não podemos redigi-las a fim de evitarmos uma masturbação literária e pueril. Poderíamos sugerir a tantos tal leitura, sobretudo ao Fábio Porchat que já escreveu em sua coluna uma única frase repetida diversas vezes: "Fora, Cunha". Tico Santa Cruz, Gregório Duvivier, Fábio Porchat, Wagner Moura: todos concorrem à presidência magna da punheta de pau mole.
Não menos insignificantes, Jô Soares, Chico Buarque, Jean Wyllys e tantos outros. Como respaldo, escolas literárias que refocilam a nossa inocuidade. Enquanto a MPB uniformiza o pensamento fétido em prol da esquerda. Temos o romantismo, o naturalismo e o impressionismo também. O primeiro, com o culto ao herói; claro, portanto, um pormenor que levamos para todas as áreas. Da Copa do Mundo ao âmbito da política, sim, atentamos à procura de um. Até o índio analfabeto foi eleito em outras épocas o campeão da masturbação impotente.
Já com o segundo e o terceiro, o homossexualismo como conceito cultural. Eis daí, desde tempos nossa finalidade não é formar homens e mulheres, e sim fantoches depressivos que encontram num baseado o corpo essencial para a sua debilidade mental. Precisamos ler mais Henry Miller. Não, melhor é homenagear Raul Pompéia auspiciando uma rua com o nome dele. Que patético. O mérito aqui é fantasmagórico. O que vale mesmo é aplaudirmos a putaria travestida de liberdade. Sigamos produzindo o jovem imbecil que coloca a camisa do Che Guevera enquanto é bancado pelo papai irresponsável. As palavras deveriam ser mais bem tratadas. Assim sendo, escrevê-lo-ei.

Daniel Muzitano