terça-feira, 17 de novembro de 2015

Coitado do Cartola

Tenho de sobremaneira, e vale frisar que de há muito, uma admiração descomunal pelo então mestre Cartola e suas letras notavelmente opulentes. Hoje, perante um dia de bastante trabalho, sim, ouço dizer que o dito-cujo terá suas músicas cantadas por um tal rapper ridículo chamado Emicida. Esse "cantor", e que mau gosto denominá-lo desse modo, é fã da Dilma, assiste Bob Esponja e possui trechos desta têmpera:
"Só de ver o brilho no meu olho os falso já recua" ( TRINUNFO ) "Eu já quis ser Pablo Escobar, Fernando Beira-mar" ( ENTÃO TOMA ). Foda-se vocês, foda-se suas leis! ( DEDO NA FERIDA).
De súbito, desafio qualquer um aqui a citar uma letra dessa anta em que não há um erro de concordância. Ademais, olha só que referências o sujeito produz como base. Se levarmos em conta que o imbecil em questão é petista, de fato não é para ficarmos impressionados. Outra especificidade marcante na "obra" desse néscio é a vitimização, no caso dele, elevar o negro como pobre coitado e vítima do sistema. É isso que vai homenagear um dos maiores letristas de nossa música? É execrável, é de uma mendicidade sem tamanho.
Esse cara não representa a intelectualidade que o morro formulou um dia, não representa a raiz do samba, e sobretudo, não representa as mensagens e a rica base semântica do Cartola, que, por sua vez, não era um sujeito fraco e que vivia de lamúrias por aí. O que estão fazendo com este país? Se eu fosse uma "vítima do sistema" poderia até concordar com as músicas do Emicida, todavia parece que concordância não é lá o forte dele. Como dizia o ímpar Abujamra diante da demência alheia: "Que um raio aparta". Coitado do Cartola. É isso.
Daniel Muzitano

sábado, 14 de novembro de 2015

A Dilma também matou os franceses

De exórdio, creio que quem estimula o terrorismo é tão responsável quanto quem pratica. O deputado Jair Bolsonaro, apesar de ter sido extremamente criticado, alertou que havia terroristas dentre os refugiados. À época, o dito-cujo denominou tais sujeitos de "A escória do mundo". Acho desnecessário frisar que ele e os EUA produziram uma análise consentânea acerca da questão. Pois bem, e o que a Dilma tem a ver com a pauta?
A presidente deste vil país, sim, pregou certa vez o diálogo com o Estado Islâmico. Poderia ter findado por aí, mas é impressionante os incautos e a falta de decoro dessa senhora. Há brasileiros sendo recrutados pelos islamistas de há muito. Vale frisar que teremos uma olimpíada aqui. Sabe o que ocorrerá se um extremista maluco cometer inúmeros assassinatos nas terras de Machado de Assis? Nada. Não há um decreto que impeça ou puna o terror.
O PT, e não tão somente ele, não ratifica uma lei antiterror porque as atividades de grupos como o MST são caracterizadas como terroristas. E, como bem sabemos, a sigla em questão tem poder devido aos "movimentos sociais". Em suma, seguiremos dissipando o terror pelo Brasil, e, por corolário pelo mundo uma vez que quem não combate, sim, direta ou indiretamente acaba do outro lado do prélio. Parabéns ao povo que xingou o Bolsonaro. Resultado: mais de cem mortos em Paris. É isso.

Daniel Muzitano

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Feminismo, meu desprezo maior

Categoricamente, o ignóbil poderio da esquerda foi parar também na entrelinhas da revista O Globo, ao par nauseabunda para com o seu próprio jornal. Desta vez, o espaço foi destinado de modo a enfatizar que o papel do homem hodierno é apoiar, vejam só vocês, a exiguidade pérfida tida como feminismo. Os personagens que defenderam a ideologia citada? Tico Santa Cruz, Pedro Luís e almas vazias como a da senhora Giovanna Dealtry, professora de literatura da Uerj.
Como de praxe, é evidente que não havia um cidadão representando o lábaro da direita. E alguns idiotas ainda porfiam em dizer que essa raça é democrática. Pois bem, vamos aos tópicos trabalhados:
1 - Assédio como crime ( qualquer tipo )
2 - Denúncia acerca do machismo
3 - Liberdade para o próprio corpo
4 - Indiferença quanto ao gênero
5 - Equiparar a gravidade do racismo com a do machismo
Esses cinco tópicos, imbecis por demasia, já colheram resultados. A produção de livros infantis sobre o feminismo, campanha da ONU pró-feminismo, fortificação nas faculdades e outros. Ademais, segundo a matéria, o assédio é um crime, não há diferença alguma entre ser homem e ser mulher, qualquer uma pode fazer o que quiser com o corpo, o machismo mata mais do que qualquer fator, e sobretudo, o machismo é mais grave que o racismo.
Estou tentando manter a mansidão, todavia desisto aqui. Seus parvos e suas vagabundas, neste país não adianta repetir a fim de doutrinar certos padrões. Contradições: 1: a idiota não quer ser assediada, mas dança funk seminua e vai para protestos pelada. 2: será que o machismo é responsável por cerca de 64 mil homicídios por ano ou vocês são culpados ao defender partidos que geram poder ao bandidos ( PT/ PSOL/ PC do B)? 3: é contra todos os crimes quando a mulher é vítima, mas favoráveis ao aborto? E se a criança for menina? 4: desde que eu me entendo por gente, sim, nasci com pênis e vocês com a deliciosa vagina; ainda que algumas parvas tentem reduzir a mulher a um macho mal-acabado como promulgava Nelson Rodrigues. 5: vocês sabiam que o homem branco e hétero também pode sofrer racismo? É isso.
Daniel Muzitano

domingo, 8 de novembro de 2015

Outra do Wagner Moura

De prólogo, gostaria de enfatizar meu demasiado desdém e repugnância para com boa parte dos que estão à frente do cinema nacional. De há muito, sim, produzimos filmes enaltecendo inúmeros bandidos ou personagens da esquerda ( desculpe o pleonasmo). Filmes como "O que é isso companheiro?", "Lamarca", "Zuzu Angel", "Cara ou coroa", "Lula", "474" e tantos outros. Sem mais delongas, o próximo "espetáculo" será dirigido pelo esquerdista Wagner Moura. O homenageado da vez é o então senhor Marighella. Pois bem, vale ressaltar que o dito-cujo era delinquente, ditador, ladrão de bancos, assassino e por aí vai. O maior problema nessa história toda é que a abordagem não comporta e não comportará fatos verídicos, e sobretudo, subleva figuras sórdidas de modo a transformá-las em heróis.
Definitivamente a doutrinação está muito além das salas de aula e dos livros do MEC. É muito preocupante o fato de estimularmos o comunismo nos jovens. Isso precisa acabar e rápido. Quanto ao ator e diretor, figura assídua do Psol, não me surpreende esse abjeto comportamento. Afinal, ele admira menor infrator, o aborto, ditadores e afins. O país em crise, e o nosso dinheiro direcionado para essas sujidades. Encerro:"Eu amo a juventude como tal. O que eu abomino é o jovem idiota, o jovem inepto, que escreve nas paredes "É proibido proibir", e carrega cartazes de Lênin, Mao, Guevara e Fidel, autores de proibições mais brutais", Nelson Rodrigues. Wagner Moura, você é um imbecil. É isso.

Daniel Muzitano

terça-feira, 3 de novembro de 2015

E o PT? E a Dilma? E o Lula?

O povo realmente possui uma ignorância inelutável. Com a descomunal pressão exercida sobre o senhor Eduardo Cunha, o Brasil passa a coonestar o PT. É inacreditável. Não foi o presidente da Câmara que nomeou os empreiteiros presos, não foi o líder do PMDB que apoiou e apoia ditaduras, não foi o dito-cujo que tentou tomar o congresso por duas vezes, e sobretudo, ele não foi o maestro do estupro na Petrobras. Decerto, há sim motivos para a investigação acerca do peemedebista. Todavia, que tipo de lógica existe em condenar o Cunha ignorando a ex-terrorista Dilma e o larápio Lula? Haja vista os males cometidos pelo partido dos trabalhadores, em qualquer democracia honrada a extirpação da sigla em questão estaria em primeiro lugar.
Pensando melhor, uma democracia minimamente salutar não comporta partidos como o Psol, o PT e a Rede; ideologias adeptas para com vários movimentos ditatoriais. Indubitavelmente, fica claro que o Brasil não aprende nada com a própria desgraça. É inverossímil, contudo corremos o risco de, mesmo com toda a podridão petista, elegermos um Lula ou algo de tão similitude outra vez. A vontade que eu tenho é de cuspir na minha bandeira de tanta vergonha que esse eleitorado burro me causa. Um lugar cujo Lula foi um demiurgo, não, não é propício para o crescimento de homens com alguma dignidade intelectual. Para encerrar: "Somente os extremamente sábios e os extremamente estúpidos é que não mudam", Confúcio. É isso.

Daniel Muzitano

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Denúncia contra a UFRJ

Voltando do exímio bairro da Urca, tive a intensa desdita de passar pela então UFRJ. De imediato, quero denunciar a veemente formulação para com uma doutrinação ideológica nesse "centro acadêmico". Ademais, a universidade em questão - e isto eu pude ver de perto - é hoje palco de festas com semblante onusto de álcool e drogas dentro do próprio espaço que em tese deveria comportar apenas estudos. O mais plangente desse episódio, sim, é que muitos professores são, não tão somente coniventes, bem como responsáveis por esse comportamento que deveria ser inexequível.
É evidente que tais atos não estão restringidos ao lugar aludido. De uma vez por todas, precisamos pôr fim nas faculdades públicas em princípio. As drogas, e sobretudo, as marcas do feminismo nas paredes não podem estar à frente do ensino. Se querem festas, vão para o diabo. Ali não é propício para esse tipo de conduta. Alguns textos meus acerca do feminismo já passaram por lá, e, por corolário, fui duramente criticado e xingado por meio das redes sociais. Não sou nem um pouco amado por essas pessoas. Quero concluir dizendo que faço questão de conflitar com esse povo abjeto que é incapaz de produzir algum conceito semântico louvável. Temos que parar de formar vagabundas e idiotas inúteis. Por fim: "Ninguém é realmente digno de inveja, e tantos são dignos de lástima", Arthur Schopenhauer. É isso.  

Daniel Muzitano

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Poucos enxergam


“Acho o Brasil um país infecto. Não tem atmosfera mental, não tem literatura, não tem arte; tem apenas uns políticos muito vagabundos e razoavelmente imbecis ou velhacos". Drummond é de fato pulsátil para com vários âmbitos de cunho completamente distinto. A crítica adotada em uma exímia musicalidade, sim, encaixa perfeitamente numa esfera de verrina se levarmos em conta a fortificação de escolas literárias com intenso viés de esquerda, sobretudo no modernismo de Jorge Amado, Rachel de Queiroz, Graciliano Ramos e José Lins do Rego. E quanto ao autor que serviu de preâmbulo para este simples texto? Podemos dizer que para toda regra decerto há uma exceção.
Prosseguindo, e portanto, sem mais delongas, parte da MPB com seus Chicos e Caetanos, nosso teatro infestado de ratos petistas, e nossos jornalistas do Estado refletem o mar podre que virou Copacabana, a ditadura no meio artístico, e principalmente, o cômodo silêncio de alguns muitos antes denominados democráticos. O Brasil, podemos inferir que num coma intrínseco, sobrevive com dificuldade mediante poucos de bem que conseguem visualizar o quão nociva é a nossa própria realidade. Enquanto a Argentina vai para o segundo turno, estamos sei lá em que round. É isso.
Daniel Muzitano