quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Vivemos com Carlos Drummond de Andrade

Em 1978, portanto, de há muito, o então nitente Carlos Drummond de Andrade, um dos principais poetas do modernismo, produziu um texto acerca da inflação. Vale rememorar que o citado teve a argúcia de tratar do tema usufruindo à época da maior paixão dos brasileiros, é claro que, indubitavelmente, faço alusão ao futebol. No tempo frisado, Mario Kempes e companhia conquistavam o primeiro mundial da Argentina. Era um momento de languidez, sim, ao menos na esfera celestial de nossa honraria futebolística. Todavia, para o escritor era uma oportunidade auspiciosa a fim de o próprio redigir um poema em prol do povo e da situação árdua economicamente falando. Sigamos:
Título: Foi-se a Copa?
Foi-se a Copa? Não faz mal.
Adeus chutes e sistemas.
A gente pode, afinal,
cuidar de nossos problemas.
Faltou inflação de pontos?
Perdura a inflação de fato.
Deixaremos de ser tontos,
se chutarmos no alvo exato.
O povo, noutro torneio,
havendo tenacidade,
ganhará, rijo, e de cheio,
A Copa da Liberdade.
Pois bem, a marca de um gênio é estar à frente de seu tempo. Nosso túrbido momento seria similar se a derrota de 7 x 1 não fosse o jogo mais vexatório da história, e se o PT, isso sem sombra de dúvida, não fosse a essência de tudo que macula o Brasil. Esse é o momento que a alma de Drummond paira a brilhar sob esse ferido país. Contudo, se a ideia de um homem pode sobrepujar até mesmo sua própria morte, é porque há alguma chance ainda nesta vida. "Deixaremos de ser tontos, se chutarmos no lugar exato", Carlos Drummond de Andrade. É isso.
Daniel Muzitano

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Erros de português

Como de praxe, e decerto creio não ser o único, estava sentado à mesa assistindo a um dos tantos programas esportivos que passam na hora do almoço. De repente, eis que ouço um jornalista enunciando dois termos de modo errado. Palavras por sua vez que são um tanto quanto consuetudinárias. Grosso modo, me malparo a dizer que tal questão gera dúvidas para muitos.
"Estamos batendo ( "REcorde" ou "reCORde" ) com a promoção, basta clicar em ( "ASTERISCO" ou "ASTERÍSTICO" )..........
Pois bem, vamos preambular com a dualidade "ASTERISCO" e "ASTERÍSTICO". A segunda alternativa, normalmente a mais utilizada pela maioria, sim, é inexistente. O correto é "ASTERISCO". Os romanos usufruíam tal palavra para designar "ASTER", daí afloraram vocábulos como "ESTRELA" e "ASTRO". Basta notarmos que o símbolo do "ASTERISCO" possui similitude para com uma estrela. E quanto ao "REcorde" ou "reCORde"? Qual seria a pronúncia correta?
Mais uma vez, é nítido que a maior parte das pessoas erra. A expressão "RECORDE" é uma paroxítona. Todavia, por influência de jornalistas, o povo passou a julgar tal vocábulo como uma esfera proparoxítona. Diga sempre, de modo a não errar mais: "reCORde". É isso.
Daniel Muzitano

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Quero ser o primeiro

A liberdade é mais importante que o pão. Nelson Rodrigues promulgou tal raciocínio de há muito. À época, e mesmo com esse pensamento, o autor era tido pela esquerda como reacionário. Quanta falta de criatividade e argúcia por parte dos críticos. Sem mais pormenores, ando ouvindo de alguns que há um fortificado rumor implicando eventual censura, uma espécie de conluio que tem por autoria partidos de modo a emudecer os adversários mediante processos. Vale enaltecer que o possível "projeto" capta pessoas sem fama, trabalhadores triviais. Se é verdade ou não, estou na dúvida. Todavia, para ficar com a consciência tranquila e esse balbuciar não ficar adstrito para com meu cérebro, sim, postarei o que sempre escrevo.
Pois bem, o PT é um partido coligado com ditaduras, grupos terroristas e que tentou implementar um regime ditatorial na América do Sul através do foro de São Paulo. Seu líder foi o corresponsável por dois dos maiores escândalos de corrupção que vêm se alastrando desde outrora. A atual presidente, vejam só vocês, dirigia mortes na var-palmares, participou de assaltos, foi a autora do maior estelionato do Brasil e etc. Ademais, alguns personagens como a Jandira, Freixo, Jean Wyllyns e vários que fazem parte de siglas menores com a função de exercer um papel para com linhas auxiliares desse partido constituído de ladrões, sim, também merecem nossa circunspecção. Se vão processar alguém, quero ser o primeiro. É isso.

Daniel Muzitano

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Drogas e aborto

De proêmio, vale rememorar uma frase a fim de alumiarmos o comportamento do povo ao analisar e debater certos tipos de tema. "Não há assunto tão velho que não possa ser dito algo de novo sobre ele". A frase do escritor Fiódor Dostoiévski é imprescindível para acentuarmos que o público só debate temas como a legalização das drogas e o aborto haja vista que usufrui das novelas como uma referência cultural. Sendo assim, ninguém discute economia, música clássica e outras esferas porque a novela não joga à tona esses tipos de assunto. Ademais, é evidente que - pelo fato de ela não aprofundar tais pautas - o povo não possui discernimento semântico para questionar de modo sério tais tópicos. 
Salvo bebidas alcoólicas, sempre fui avesso para com a legalização de qualquer tipo de droga com justificativas consideráveis. Vamos avaliar o caso da maconha que de fato é a mais leve. Será que um trabalhador e usuário dessa respectiva droga produz o mesmo resultado que um outro sujeito que não faz uso dessa? Já foi mais do que comprovado que a maconha causa alterações nocivas ao cérebro. É verdade que a pessoa até consegue levar uma vida "normal", contudo produzirá menos ao passo que prejudicaria a capacidade econômica do país, e, bem como os gastos na área de saúde seriam quiçá triplicados a longo prazo de modo desnecessário. Ah, mas o álcool também causa danos ao cérebro. Pois bem, quantas pessoas bebem todos os dias de forma exacerbada no Brasil? 
Diferentemente dos maconheiros, a maioria bebe apenas uma ou duas vezes na semana, já os usuários da maconha, e isso sem sombra de dúvida, consomem todos os dias tal droga. Ah, mas se a maconha for legalizada melhorará o produto, né? Sim, no entanto, ao par para com o cigarro, ficará mais cara e com isso existirão as falsificadas que terão mais poderio. Em suma, de pouco mudará o cenário positivamente. O Brasil hoje lidera o consumo mundial de inúmeras drogas, já reparou como anda nossa economia? Notou quantos servidores públicos possuímos? Com a legalização das drogas, as estatais possivelmente aumentariam, e, por corolário, a produção diminuiria. Se levarmos em conta o aspecto comportamental da população, a legalização das drogas incentivaria a não privatização das empresas. Ou seja, não teríamos um povo apto ao trabalho sério. Por fim, com exceção do estupro, sou veementemente adverso para com o aborto posto que a discussão só existe devido ao erro de uma mulher irresponsável que não se cuidou mesmo com tantos recursos à disposição. É isso.  

Daniel Muzitano

terça-feira, 22 de setembro de 2015

O que deve ser feito na área de segurança

Porfio em ressaltar que a classe social não pode servir de tergiversação para com um ingresso ao mundo do crime. E ao contrário do que muitos pregam, nossa polícia não é inoperante mas sim vulnerável se levarmos em conta nossa procrastinada constituição e os nossos parlamentares defensores de delinquentes. Sem mais delongas, o cenário político do Rio de Janeiro estabeleceu uma pauta cujas as discussões comportam medidas como a desmilitarização da polícia, a interceptação das revistas nos presídios, a superproteção aos menores, a luta contra a redução da maioridade penal, a legalização das drogas, e principalmente, o módico investimento em estrutura para a área de segurança. Com todo esse comportamento, é inexequível a atividade de nossas polícias.
Se estabelecermos um paralelo com países de primeiro mundo, sim, estaremos por concluir que nenhum deles debate essas questões tão retrógradas. Qualquer um que venha a cometer barbárie deve responder como adulto. A meu ver, algumas medidas são cruciais: a exclusão de partidos como o Psol, a ablação de policiais fora de forma, um treinamento amiúde de tiros para todas as forças armadas, um acompanhamento psicológico constante a todos os membros da segurança, melhor remuneração aos que integram a área em questão, a criação de leis para auxiliar o respectivo exercício citado, intenso trabalho nas fronteiras, e sobretudo, pena de morte aos que comprovadamente forem pegos em casos de corrupção ou gravidades semelhantes. E se nada for feito, já dizia Dostoiévski: "A tirania é um hábito com a propriedade de se desenvolver e dilatar a ponto de tornar-se doença". É isso.

Daniel Muzitano

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Quem é Fátima Bernardes?

É inverossímil o fato de ir ao ar um programa - e estou me concernindo ao da Fátima Bernardes - que convida crianças para ver cenas homossexuais, e mais, que estimula ainda o feminismo em menininhas. É pútrido seres indefesos terem contato com esse tipo de temática haja vista que estamos abscindindo o que o ser humano tem de melhor, portanto, a pureza como mecanismo essencial para a maturidade de uma vida. Mais fétido que a senhora Fátima Bernardes são os pais que nutrem esse tipo de assunto. Nossos párvulos devem estar circunspectos e direcionados para com livros, filmes inteligentes, músicas que agregam valor, práticas de esportes e a interação social que realça a valorização da amizade. É evidente que as crianças são reflexo de um povo imaturo que usa como base de seus princípios culturais pautas abordadas em novelas; o que nos faz crer que tal não possui aplicação semântica para tratar com a seriedade exigida qualquer tópico que por ventura venha à tona. E se a criança por acaso perguntar sobre isso? Minha resposta: casais gays podem ser exemplos no âmbito profissional e ético, contudo jamais poderão ser vistos como modelo padrão na esfera da opção sexual. Em suma, independente da opinião, os pais e a mídia não podem ficar enaltecendo essas sujidades tendo em vista crianças. Para encerrar: "O homem alcança sua maturidade quando encara a vida com a mesma seriedade que uma criança encara uma brincadeira", Nietzsche. Fátima, você é uma mulher que me causa vergonha. Quem é você para educar alguém? É isso.

Daniel Muzitano

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Chico Buarque e o MST


Chico Buarque, vejam só vocês, foi entrevistado pelo seu amigo visceral e chefão do MST, portanto, João Pedro Stédile. De exórdio, vale rememorar que o líder desse grupo de delinquentes foi o sujeito que ameaçou - juntamente com o ex-presidente Lula - colocar seu exército nas ruas caso o PT fosse extirpado democraticamente do poder. Ademais, já dilacerou inúmeras propriedades privadas, possui conluio para com pessoas como Fidel Castro e Maduro, e sobretudo, vive do nosso dinheiro. Um adendo importante: caso a lei antiterror seja aprovada no plenário, sim, as ações do movimento citado estariam incluídas na faculdade de atividades terroristas.

Pois bem, no vídeo o marginal à frente desses bandidos pergunta ao Chico sobre projetos educativos com viés leninista e stalinista que por sua vez o cantor financiou. Como de praxe, não faltaram elogios por parte do "defensor da democracia". Ao fim da entrevista, eles ainda estabeleceram um colóquio no que diz respeito ao fato de uma possível privatização da Petrobras, e, obviamente, ambos foram de encontro ao tema, afinal, não há motivo algum para privatizar algo tão bem administrado pelo PT, certo? Sérgio Moro que o diga.


Em suma, Chico diz respeitar a democracia, mas é a favor de ditadores cubanos e venezuelanos. Frisa ser contrário para com a redução da maioridade penal no Brasil, porém mora em Paris ( cidade cuja a maioridade penal é de 13 anos). Enaltece ser independente, todavia vive de leis que impedem a proliferação do direito autoral; grosso modo, o sujeito que está principiando sua carreira fica dependente de figuras da MPB para ter algum sucesso, ou seja, além de se vender não poderá criticar o atual governo haja vista que lucra com tal. Perante tudo isso, quero saber por que ainda sublevamos esse idiota? Onde está a genialidade dessa múmia ínfima? A meu ver, temos uma inocuidade galopante e somos reféns culturais da pífia semana de 22 e da esfera do anti-herói. Por fim, você tem todo direito de ouvir canções do Chico, entretanto precisa saber quão fétido esse senhor é. Chico, apesar de você, é, amanhã há de ser outro dia. Seu porco. É isso.

Daniel Muzitano