sexta-feira, 17 de julho de 2015

Os gays não são melhores que ninguém

Enquanto aprovarmos leis que beneficiam um ou outro grupo, sim, estaremos estorvando a vida , e sobretudo, não auspiciando os que não estão inseridos na respectiva formalidade. Estive fazendo a leitura - mediante o G1 - de uma lei que já está em vigor no Rio de Janeiro, e que por sua vez multa em até 60 mil reais o cidadão que estiver por discriminar um homossexual. O exemplo em questão sublinha o porquê de estarmos numa crise moral, econômica e cultural.

Os políticos que ratificam leis dessa natureza não estão preocupados com o bem-estar do povo, mas sim com a garantia de futuros mandatos e o apoio das tidas "minorias". Seja contra quem for a discriminação, pois bem, a multa deveria ser aplicada. Nós precisamos depreender que não é porque um sujeito é gay que tem que dispor de superpoderes. A lei dá ênfase para com punições a agentes públicos e em estabelecimentos comerciais. Em suma, o gay ainda pode sofrer ofensas e discriminações na internet ou na própria casa por exemplo. Ademais, ainda que haja discriminação, a vítima deve ter provas, portanto, se o sujeito ofender sem a presença de um terceiro não resultará em absolutamente nada.

Vale rememorar que todas, ou pelo menos a grande maioria das barbáries, advieram dessa segmentação de grupos. Hitler, por exemplo, beneficiava os nazistas e a raça branca para prejudicar negros, gays e judeus. E é isso que o Psol, parte do PMDB e o PT exercem hoje em dia. Em suma, formulam leis a favor de gays, negros e mulheres a fim de desconstruir outros grupos, e com isso, desestruturar a  valorização da família. Ninguém é melhor ou pior que ninguém pela cor, opção sexual ou etc. O que fundamenta ser perspicaz ou não é a inteligência e o poder cultural que cada um possui. E de acordo com o que eu vejo, e digo de todo infelizmente, estamos muito aquém no quesito educacional da esfera minimamente aceitável. Por fim, "A consciência é o melhor livro de moral e o que menos se consulta", Blaise Pascal. É isso.    

Daniel Muzitano

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Paulo Betti, o petista da semana

Jô, Juca Kfouri, Veríssimo, Gil, Chico Buarque, Marieta Severo e mais alguns que infelizmente comportam a classe artística, pois bem, terão o séquito do mais novo artífice do PT, sim, me refiro ao ator Paulo Betti. Antes de aprofundarmos o tema, vale rememorar que todos os citados - mediante leis de incentivo à cultura - lactam na teta do governo, e sobretudo, interceptam o surgimento de pessoas com certa genialidade tendo como intuito o não aparecimento delas enquanto intelecto por não se sujeitarem ao regime ditatorial que aí está. Essa classe vendida de artistas compactua para com o governo de há muito, e, de modo que a mesma não venha a criticá-lo.

Voltando ao Betti; o global em questão já representou - num filme completamente inidôneo e com elevado farisaísmo romântico - o Lamarca, falecido chefe da hoje ex-terrorista da var-palmares. A produção cinematográfica trata como herói o delinquente que roubava bancos e matava pessoas inocentes. Um ator com o mínimo de decoro investiga a vida de o seu personagem para depois avaliar se o que está previsto no roteiro, sim, de fato condiz com a realidade de tal. Betti, o novo sócio, relata em um vídeo que não há nada que contribua para um eventual impeachment. Será?

Estamos falando de um partido com dois tesoureiros presos, um ex-presidente da sigla preso, um ex-ministro preso e mais tantos outros investigados; fora o fato de que todos foram nomeados pela então "PRESIDANTA". Isso já é motivo suficiente - inclusive previsto em lei - para um eventual pedido. O sujeito ainda frisou que a candidata reeleita teve o voto da maioria. Adendo: somados os votos destinados ao Aécio, os brancos e nulos, e principalmente, todos os que não compareceram fica nítido que Dilma esteve longe de obter a maioria. Em suma, "O diabo pode citar as escrituras quando isso lhe convém", Shakespeare. É isso.  

Daniel Muzitano

terça-feira, 14 de julho de 2015

Dilma e Portugal

Às escondidas, Dilma conversou com o presidente do Supremo Tribunal Federal e com o seu atual Ministro da Justiça na terra de Pessoa, Camões e Saramago, portanto, Portugal. Além de a petista não ter entrado em detalhes no que tange ao encontro, a reunião não estava prevista na agenda de nenhum dos três. Em meio ao alto índice de rejeição, ao cântico exacerbado do impeachment, pois bem, não é necessária tanta genialidade para concluirmos o que de fato foi tratado por lá. Em suma, as lágrimas são nossas e não mais de Portugal.
É lamentável uma presidente da República elaborar - por mais que fosse esperado - uma conduta tão incabível como essa. A cada dia, o PT mostra que além de estimular ditaduras, golpes, desvios e etc, sim, não tem o discernimento e a aptidão necessários para com a autoavaliação. A saída da inepta ex-terrorista é questão de tempo se o nosso vernáculo solo ainda disponibilizar de o mínimo de grandeza. Petistas canalhas. É isso.

Daniel Muzitano

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Melhor que muita doutora por aí

Melhor que muita doutora por aí

Fico de todo estupefato para com a mendicidade de boa parte do povo, sobretudo da juventude. Em tempos de tanta magnificência tecnológica, o jovem - em sua maioria - trata os aspectos estúpidos como algo hodierno. A internet deveria servir não para joguinhos e músicas idiotas, tampouco para elevarmos assassinos esquerdistas, e sim para aprofundarmos o âmago da música clássica, obras literárias dignas como a de Nelson Rodrigues, poemas, debates políticos, fatores econômicos e etc. Claro que em meio à crise intelectual, sempre encontramos um ou outro que segue o que estou frisando.

Tenho debatido muitas pautas para com uma menina de 17 anos que conhece Nietzsche, já leu Fernando Pessoa, escutou Mozart e que tem algumas outras opulências. É nessas horas que noto o quão somos exíguos, parvos e lânguidos culturalmente. Ela - apesar de algumas infantilidades condizentes com a idade - possui uma primorosa perspectiva semântica. Todavia, o que deveria ser trivial, sim, infelizmente é exceção; uma garota com boa capacidade de agregar valor ao diálogo sob qualquer tema. Que você continue questionando, que aprimore seus conhecimentos, e principalmente, que saiba dar vida para com sua solidão; processo crucial para quem não se vitimiza como um fantoche debilitado. Encerro com Nelson Rodrigues para a menininha em questão: "Envelheça o mais rápido possível". Parabéns Carolina. É isso.

Daniel Muzitano

segunda-feira, 6 de julho de 2015

O país sem Nietzsche

É irrefragável o quão obsoleto este país é. Luciana Genro, ex-candidata à presidência, aduz uma profunda preocupação para com a violência contra homossexuais e seres da mesma espécie. Pois bem, não entrarei no mérito que todo homicídio de alguém inocente é condenável; independente da opção sexual, crença, cor e etc. O que me causa mais perplexidez é que ela - juntamente com o Psol - é a que mais contribui para esses crimes quando defende um bandido adulto, protege um menor delinquente, e sobretudo, propõe até o desarmamento da polícia militar.

E um bando de jovens pascácios, principalmente no Rio de Janeiro, batendo palma para essa anta e esse partidinho fétido. Esse é o povo que elege a ex-terrorista Dilma, macula o revérbero dos debates, e pasmem, pouco tempo depois faz da petista a presidente mais rejeitada da história do País. Essa mesma nação foi a que colocou milhões de pessoas no país inteiro protestando contra o PT, e sim, pouco depois votou nisso aí. Essa é a população a qual eu tenho nojo, ódio, raiva e profunda vergonha. “Só cabe aos que me reprovam refletir um pouco e depois pedir desculpas a si mesmos. Não preciso de uma palavra para a minha defesa”, Nietzsche. É isso.

Daniel Muzitano

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Nada, nada e nada


A senhora Joanna Maranhão, nadadora deste vil país, está se sentindo um tanto quanto invectivada no que diz respeito ao tema da redução da maioridade penal. Em nenhum momento - ao ver o tal vídeo- presenciei argumentos inteligíveis a fim de um debate admissível para com a questão. A atleta integra um grupo que está por solevar de sobremaneira, portanto, os adeptos da vitimização. Hoje, definimos os retrógrados como seres que adotam discursos estrambólicos como: "Coitadinho do negro na favela", "O menor é vítima da sociedade", "A culpa de tudo é da polícia"e blá blá blá. Por que ela não avalia o que os melhores países fazem, e sobretudo, os piores também? Por que não passa a questionar situações reais, fatos, números de homicídios? Por que não avulta ao debate áreas como a da filosofia, psicologia e outras?

É cômodo ficar se depauperando com essas infantilidades. Ah sim, ela tem uma ONG; talvez a nossa explicação venha mediante esse fato. A cidadã ainda carrega como sobrenome Maranhão; terra de ninguém menos que Artur de Azevedo, um dos maiores poetas do Brasil; logo quem, um jornalista que denunciava a ignorância de seu tempo. Joana Maranhão? Parece que definitivamente não evoluímos. Adaptando Borges: "O frontispício da inteligência é o questionamento". Em suma, é de clarividência que o esporte está morrendo afogado. Todavia, sabe o que significa o vídeo preludiado por essa fulana? Pois bem, nada, nada e nada. Que Deus te proteja dos marginais que a senhorita defende. É isso.

Daniel Muzitano

quarta-feira, 1 de julho de 2015

A redução

Os rostos são os mesmos. É um tanto quanto vantajoso, profícuo em mais uma oportunidade, sim, negarmos a nossa própria realidade. Ser contra a redução da maioridade penal é abscindir para com o fato de que nos melhores países do mundo, pois é, a punição tem preâmbulo a partir dos 12 anos; no mais tardar 15 ou 16. Parece que a câmara esqueceu dos 64 mil homicídios por ano no Brasil; número esse superior ao de uma guerra. E vamos parar com esse romantismo burro frisando que não adianta, que temos que priorizar a instrução posto que só ela resolve. Punir, é, antes de tudo, educar.  PC do B, PDT, PPS, PSB, PSOL e PT; siglas infames que foram adversas ao projeto de natureza inexorável, eu diria até indelével.

Evidente que não iríamos resolver todos os problemas, mas o prefácio de uma sociedade salutar é a dilaceração da impunidade. É mais um revés para esse país que comporta - ao menos em sua maioria - um povo estúpido e merecedor de tudo que aí está. Uma eleição não é como um Flamengo x Vasco, Atlético x Cruzeiro ou Palmeiras x Corinthians. Ah sim, a área da educação - vale rememorar - foi uma das que mais sofreu cortes financeiros. Em suma, "Não sou pessimista. O mundo é que é péssimo", Saramago. Um povo vendido tem como resultado um congresso auspicioso para com uma nação mefítica. Até aqui, não reduzimos a maioridade penal. Já o cérebro, sim. É isso.

Daniel Muzitano